segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sois Maçom? Vossas Atitudes o Revelará!



          Desde o princípio dos tempos é da natureza humana a prevalência da emoção sobre a Razão e da vaidade sobre a Humildade e, infelizmente no meio Maçônico isso também acontece, apesar dos Ensinamentos e Princípios Maçônicos focarem a necessidade de um aperfeiçoamento constante, alguns não se submetem a eles e não VENCEM as suas paixões.
          Diante do exposto, ainda existe muita estagnação. E, sob o ponto de vista Maçônico a estagnação é a MORTE, ou seja, a falta de evolução, em especial sob o ponto de vista intelectual, moral e espiritual.
          É impressionante percebermos o quanto alguns Maçons conseguem impor aos demais Irmãos os seus vícios e defeitos. Fazem disso regras de conduta a serem seguidas pelos demais que, subservientes, são tomados pelo imobilismo e nada fazem para mudar.
         É por isso que o Maçom precisa buscar incessantemente a submissão de suas vontades e o subjugar as suas paixões, não permitindo que a voz do ego fale mais alto do que a Voz da Razão.
          Pois, é no caminhar diário que o Ser Humano constrói ou destrói o desenrolar de sua vida. Se as suas atitudes forem sensatas e éticas ele criará um clima de carinho, de otimismo, de aproximação, de entusiasmo e de envolvimento, mas, ao contrário, se as suas atitudes forem insensatas e aéticas ele criará um clima de ódio, de pessimismo, de afastamento, de descrença e de desmotivação.
             Eis porque o destino de um indivíduo e do grupo ao qual ele pertence depende fundamentalmente do conjunto das atitudes de cada um. É a partir delas que ele conquista, ou não, o seu espaço e as suas vitórias.
           A verdade é clara, se você meu Irmão, trabalhar na pedra, atingirá seus objetivos, mas se largar o malho e o cinzel, na primeira martelada no seu dedo, sinto muito, nunca será um Maçom!
          Tem Irmãos, que está na "obra" e  que ainda  me decepciona e muito! É um relaxado, vagabundo, que não cumpre com o riscado, sempre dá desculpas, pela pedra não estar pronta, sempre se desculpa pela sua incompetência! Isso me entristece e como Mestre eu choro!

          Diante do exposto é que agora vos pergunto:
         
          Sois Maçom? Reconhecê-lo-ei pelas Vossas Atitudes!

          Um Tríplice e Fraternal Abraço,

sábado, 3 de maio de 2014

7 Práticas de Gestão, baseados na Maçonaria.



Filosofia de vida, ferramenta de autoconhecimento… o “método” maçônico transposto para a gestão da empresa podem também ser muito eficaz para aumentar a produtividade nas reuniões, gerenciar os conflitos entre pessoas e fazer melhores “brainstorms”! E se a Maçonaria não fosse mais que uma escola de negócios?


“Se todos estão de acordo em uma reunião, não se vai produzir grande coisa. As ideias devem se opor para gerar ideias maiores”, diz Philippe Benhamou.

 Um bom maçom sabe que ele se constrói por meio do atrito com as asperezas dos outros. “Em uma reunião de criatividade, é esta tensão que eu tento implementar.”
ilustração: 

 “Como qualquer Diretor de RH de uma multinacional, envio meus talentos e meus funcionários com elevado potencial a estágios de formação em gestão nas melhores universidades do mundo: estes estágios nada são em comparação com o que você pode aprender em loja!” D., 52 anos, trabalhando para um grande grupo de Multinacional. Sua área abrange 70 000 funcionários! Maçom há cinco anos, este membro de uma loja maçâonica admite ter adquirido através do método maçônico, uma pacificação pessoal e uma verdadeira  organização de trabalho para aumentar a sua eficácia profissional e a sua gestão. E se o método maçônico trouxesse mais à sua gestão que qualquer escola de negócios?

1. Ouvir melhor

A escuta é a primeira ferramenta dada ao maçom a partir de sua iniciação. “Dadas as minhas altas responsabilidades e também meu temperamento, eu sou mais inclinado a falar que a escutar, admite  N., diretor de um grupo de serviços para as comunidades. Na maçonaria, somos todos posicionados em pé de igualdade. Quando se entra, é preciso ficar calado pelo menos um ano!” Para ele também, a iniciação começou com o “silêncio perfeito”.

“Sou responsável pela Ásia e Europa Oriental, tenho sob meu comando  milhares de funcionários.” Quando eu tomo a palavra no meu mundo profissional onde a hierarquia é muito vertical e muito “animal”, todo mundo se cala. E se digo disparates, muito poucas pessoas, para não dizer ninguém ousa  me contradizer.” C. foi obrigado ao silêncio durante 18 meses. Quando ele recuperou a palavra, ele tinha aprendido a não a desperdiçar: “Ter o direito de falar é um recurso escasso.  Para protegê-la adequadamente, temos de aprender a falar na hora certa e não sobre tudo”. A palavra do gerente maçom tem maior peso que a do gerente comum,  porque ele calcula quando tomá-la. “Quando você sabe que não pode falar várias vezes na Loja, isso exige que você resuma seu pensamento, para distinguir o supérfluo do essencial, explica o Ir.'. J. 

Não se dialoga diretamente, então isso limita os conflitos e as relações de poder.”

2. Recrutar e gerenciar de forma mais humana

Os maçons cultivam o humanismo. Eles não gostam de extremos. Eles temem, por exemplo, a infiltração de membros indesejáveis, por isso há a Sindicância. Mesmo se os negócios continuam a ser negócios, alguns patrões maçons  confiam em dar uma oportunidade a pessoas em dificuldade para entrar no mundo do trabalho. “Eu acabo de recrutar um cientista da computação de 57 anos. Ele oferece aos jovens uma serenidade e um know-how extraordinários, diz T. Presidente da Artprice e do Grupo Serveur. Eu tento dar uma visão humanista à empresa, o que não é fácil no que diz respeito a negócios e a conjuntura econômica. Nós somos um grupo controlado, sujeito a regulamentações, com rigidez. Desde 1987, eu contratei dezenas de funcionários, no entanto não sofri qualquer ação trabalhista!”

Atento aos idosos na empresa, o patrão e artista originário de Lyon  também dá uma mãozinha às pessoas expulsas do mercado. Ele sabe como dar uma oportunidade a uma pessoa desempregada há mais de cinco anos. “Mesmo se for preciso levar mais tempo para integrá-la! Eu tiro meu chapéu de empregador para ouvir o sofrimento dos outros. É importante ir além do contrato de trabalho, para compreender as dificuldades de um colaborador”.  Mesmo quando o colaborador em questão é rejeitado pelo conjunto da comunidade de trabalho por suas palavras ou seu comportamento imperdoáveis: “A Maçonaria me ensinou a não impor a dupla pena: ele já é rejeitado no trabalho;  não sou eu quem vou, além disso rejeitá-lo da empresa!” Eu tento fazê-lo entender que ele deve se comportar de outra forma para não se colocar em um risco suplementar.” Vemos aqui que o método maçônico pode ser valioso para gerir as personalidades difíceis.

3. A triangulação para melhor facilitar uma reunião

“As reuniões maçônicas chamadas “sessões de loja”, ensinam o valor da palavra,” analisa P. Para falar, é preciso pedir a palavra um vigilante da loja que vai perguntar ao venerável que dirá ao vigilante se ele a concede… ou não! Cada vez que pedimos a palavra, ocorre então uma triangulação. “Imagine reuniões de trabalho onde se possa fazer uso do palavra apenas uma vez!” Imagine as consequências sobre a qualidade da palavra ou a escolha de sua intervenção”, diverte-se P.

“O método maçônico torna você mais capaz de ouvir as pessoas que dispõem de riqueza. Ele também permite fazer sair deles esta riqueza”, revela D. Em uma reunião, as pessoas pouco à vontade em falar se calam, embora tenham ideias e a solução para um problema. Um bom gestor maçom será capaz de lhes dar a confiança para que eles ousem expressar seus pontos de vista e impedir que oradores natos e os impenitentes tagarelas monopolizem o diálogo. O método maçônico tem muito da maiêutica, a arte de dar à luz à consciência, em que Sócrates se destacou. “Ele promove um olhar diferente,” “É como acontece com o “dan” em judô. Em maçonaria, quanto mais velho e mais alto na escala, mais você desenvolve a capacidade de ter um olhar diferente, para ver as coisas de um ângulo inesperado. Com o método maçônico, eu encorajo as pessoas inibidas na tomada da palavra a se exprimir. Vou colocá-las à vontade, dar-lhes tempo, fazer com que passem a mensagem de que o que elas dizem é interessante.’

4. Cultivar a arte de “expor pranchas” em equipes

“Eu que pensava ingenuamente que os pesquisadores eram grandes pessoas que sabiam escutar!” Em seu trabalho, P. deve animar redes de potenciais pesquisadores no domínio da pesquisa aeronáutica. Este pesquisador da Onera, um centro de pesquisas em aeronáutica em Palaiseau (Essonne), usa ferramentas maçônicas para fazer  funcionar  equipes de engenheiros de diferentes culturas. Sua frequência à Grande Loja  o educou para escutar e reformular.

“O método maçônico me ajuda a facilitar o diálogo de engenheiros vindos de mundos diferentes: o especialista em aerodinâmica não sabe o que faz o seu alter ego nos materiais de propulsão e, no entanto, é preciso fazer essas pessoas coexistir em um grupo de trabalho.” Como na loja maçônica, devemos expor nossas pranchas juntos.” “Expor pranchas”? Mais um verbo do vocabulário maçônico: as pranchas são as apresentações feitas em loja por um irmão sobre um determinado assunto…

Mais amplamente, na vida profissional, para ganhar eficácia, deve-se obedecer a certos rituais. Ora, é o que não falta na Maçonaria! As sessões de loja, por exemplo, obedecem aos rituais de abertura e fechamento da loja para criar um espaço-tempo diferente… Assim, trabalha-se em loja “de meio-dia à meia-noite”… mesmo que a reunião não dure mais que três horas no tempo “secular”! Antes de ir jantar (estes famosos “ágapes” de que o maçom tanto gosta!). Estes rituais são perfeitamente transponíveis ao mundo do trabalho para organizar uma reunião ou injetar o convívio no escritório.

5. Animar as sessões de criatividade

“Se todos estão de acordo em uma reunião, não se vai produzir grande coisa. As ideias devem se opor para gerar ideias maiores”, diz P. Um bom maçom sabe que ele se constrói por meio do atrito com as asperezas dos outros. “Em uma reunião de criatividade, é esta tensão que eu tento implementar.”  Este membro da GL é ex-venerável na arte de escutar e fazer coexistir as contradições quando ele conduz reuniões de criatividade e grupos de prospecção. Exatamente como em loja o Venerável conduz a discussão, ele domina esta  arte de trabalhar em conjunto as “oposições necessárias e fecundas”. Historicamente, era preciso encontrar um lugar onde protestantes e católicos pudessem falar sem puxar a espada! A maçonaria se esforça para criar este “centro de união” onde se pode falar sem brigar. P. ao anúncio de uma ideia, não hesita em jogar aos ingênuos e perguntar se a ideia contrária não seria melhor. 

6. Saber resolver conflitos

“Quando pedimos a palavra em loja, ela é concedida por meio de um determinado ritual, lembra D., Isso acalma as paixões.” Para manter o senso de proporção e recolocar as coisas em equilíbrio. Eu escuto aquela que se queixa de uma colega, mas eu lhe mostro também  algo que ela não viu na outra. Quando um conflito eclode entre duas pessoas, em que uma descarrega negativamente sobre a outra, eu reconheço que a pessoa em questão certamente cometeu um erro, mas lembro que ela passa por dificuldades na sua vida pessoal.”

Escola de ponderação, a Maçonaria convida a ver pelo menos dois aspectos de cada coisa. “É verdade, gostamos de procurar um terceiro termo para evitar o confronto,” Um maçom não lhe corta a palavra, tem um comportamento ético, não  coloca o tempo todo o seu seu umbigo à frente. “Ele escuta os pontos de vista e tenta fazer alguma outra coisa: ele constrói.” Um “irmão” não gosta de oposições binárias, ele procurará uma terceira via para avançar. Não é de se admirar que o triângulo seja um dos símbolos maçônicos!

7. Ganhar em serenidade e em autocontrole

Esta pode ser a ferramenta mais importante! “Desde que me tornei maçom, eu sou mais feliz. Sinto-me muito melhor na minha pele.  Eu me afastei bastante em minha vida de todos os dias e quando surgem dificuldades no trabalho, elas me afetam menos. E isso reflete na minha gestão, necessariamente”.

“Aprendi a lidar melhor com meus medos e tenho muito menos explosões emocionais em meu trabalho,  tinha a reputação de “explodir” facilmente, de ficar irritado. Hoje eu estou muito mais calmo.  Lá quando eu tinha, antigamente, dez conflitos por mês no trabalho, eu não tenho mais que cinco!” “Aprendemos a não nos deixar vencer pelas emoções,” manter o autocontrole, a arte de escutar, a capacidade de gerenciar os opostos e (se) construir… Todas essas ferramentas maçônicas não são tão misteriosas.  “Mas, não há qualquer segredo em maçonaria! O único segredo é a sua experiência”.

Publicado originalmente em http://lentreprise.lexpress.fr/manager-et-organiser/sept-pratiques-de-management-inspirees-des-franc-macons_37238.html?p=3

Traduzido e Adaptado por:  Ir.'. Denilson Forato

O Brasil não "teme" a Maçonaria!




No Brasil os políticos temem aos evangélicos: estes ainda mantêm rígidos princípios de moral e agem politicamente através de líderes forjados em seus templos. Infelizmente são fundamentalistas que hostilizam a Maçonaria por razões de crença dogmática. Seria ótimo alinhar esforços com eles: lamentável que sejam ideologicamente inconciliáveis devido à filosofia maçônica libertária e não dogmática.
Os políticos brasileiros não temem à Maçonaria brasileira, nem à Igreja Católica Apostólica Romana, nem aos formadores da juventude nas escolas, nem a outras escolas de moral, porque estas instituições estão dominadas pelo pensamento de Gramsci. A sociedade brasileira caiu diante do pensamento, da ideologia comunista. Excetuando aos maçons ativistas do comunismo, cabeças-de-ponte presentes em nossos templos para desunir e conquistar de dentro para fora, a Maçonaria é formada por pessoas da sociedade suscetíveis de dominação pelo pensamento do exterior aos templos. O maçom deve preparar-se para combater pensamento com pensamento, e isso só se faz dentro dos templos.
Não se veem pessoas identificadas externamente como evangélicos nas ruas portando bandeiras ou desafiando publicamente ao poder instalado. Atuam sim! Conspiram nos corredores do poder para equilibrar a balança desta ideologia comunista que fere de morte à família e por esta a sociedade. Desenha-se ditadura sanguinária que transforma lentamente o Brasil em país medíocre e falido como a Venezuela. Os evangélicos são bem sucedidos nesta oposição! O princípio ocorre em seus templos, dedicando tempo e raciocínio ao desenvolvimento de pensadores e líderes.
O Brasil é desmontado pedra por pedra, valor por valor, princípio por princípio, família por família, até sobrarem apenas homens ocos e escravos úteis.
O Brasil é invadido pelos cubanos que aportam disfarçados em ações ditas humanitárias como a dos médicos: estes, e outros que virão em breve, comandarão o Brasil como há pouco tempo aconteceu com a Venezuela, onde Fidel construiu o fantoche Hugo Cháves, usado para conquista democrática de um país que foi dos economicamente mais poderosos da América do Sul.
Enquanto isso, quais são as marionetes verde-amarelas? É fácil: basta pensar.
A China quebra nossa economia.
Em Cuba o Brasil constrói: porto, e outros...
Os comunistas do Brasil no poder perdoam dívidas bilionárias de outros países como Bolívia, Nigéria, etc.
Nos bastidores a política internacional brasileira alinha-se com a Rússia.
Serve-se "pão e circo": queimam-se fortunas na construção de estádios de futebol...
Compram-se petrolíferas falidas.
Maquiavelicamente divide-se a sociedade para conquistar. Prática comum do poder para conquistar poder: o brasileiro nunca foi racista: hoje é!
Enquanto isso não se tem: escola, judiciário, hospital, polícia,...
Sim! A nação implora que os maçons se alinhem!
Não nas ruas, mas nos templos!
Massas são manipuláveis: o homem que pensa não! Mesmo que seja um pouco tarde para isso, urge desenvolver pensadores! É para isso que existe a Maçonaria: desenvolver o homem que pensa. O templo é a representação do homem símbolo que cuida de transformar-se em pensador livre. O lugar político do maçom é, numa primeira instância, a Loja: similar ao que fazem os evangélicos em seus templos. É na Loja que o maçom se ilumina, aprende a andar com as forças das próprias pernas, torna-se líder e desenvolve a capacidade de tornar-se livre para pensar — e pensa! Basta investir e persistir! Em teoria o maçom deveria ter mais chances que os evangélicos em virtude à liberdade na prática da filosofia político-social da Maçonaria Universal. Infelizmente, não é assim! Nos falta desenvolver em nossos templos maçônicos o homem símbolo que pensa.
Citando Rizzardo da Camino, (1966):
O Arquiteto está dentro da Loja.O Universo está dentro da Loja.
O infinito e o incognoscível estão dentro da Loja.O homem adquire vida dentro da Loja.Uma Loja maçônica não está situada em determinada rua e número, cidade e país: ela está onde se encontra o homem.A Loja está dentro do Homem Símbolo.A Loja é o Homem Símbolo!
O homem é o templo do Arquiteto!
Para tornar-se Templo do Arquiteto há necessidade do aporte do Homem Símbolo que é moral, muda-se, transforma-se, e aprende a pensar.
Pensem: vocês acham que os políticos comunistas brasileiros têm receio de manifestos maçônicos? Somos poucos, insignificantes em número. Mesmo que seja instrumento escrito por pessoas que pensam, quantos manifestos maçônicos já foram emitidos e publicados? Lembra-se deles? Manifestos são escritos, lidos e depois destruídos, engavetados, arquivados, mofados, esquecidos. Os que estão destruindo e entregando o Brasil têm medo sim: do homem brasileiro que pensa. Pensa e vota. Pensa e convence outros a votarem. Pensa e faz outros pensarem, portanto, libertarem-se. Pensamento é processo do ser racional vivo: não pode ser arquivado, mofado, esquecido. É no pensamento que somos absolutamente livres! O homem que pensa é imbatível, arrecada votos e pela multiplicação de pensamentos em meio da sociedade é capaz de virar o jogo, independente de sistema político.
Sabemos disso! Os maçons sempre fizeram assim! A luta sempre foi pela articulação pelo pensamento! Em todas as vezes que se obteve sucesso e se interferiu na história política, a arma mais eficaz utilizada foi o pensamento na articulação política. Homens brutos desafiam de peito aberto, homens inteligentes desafiam de cabeça aberta ao poder instalado, seja este qual for! O homem que pensa e a consequente articulação no meio social convencem outras pessoas a fazerem o mesmo e não derrama sangue: é letal contra o mal.
Vejam como agem os politicamente temidos evangélicos!
Os maçons brasileiros já foram assim!
T.F.A.

domingo, 20 de abril de 2014

A Caminhada Maçônica


O tema do primeiro grau maçônico é a iniciação numa nova vida, ou seja, o nascimento do profano na Arte Real. Logo, o profano deve ser iniciado nos segredos maçônicos, o que significa criar, em si, por sua vontade e pelo seu espírito, um homem totalmente novo, melhor e capaz de se elevar espiritualmente, passando a agir segundo um novo ideal de vida.
A cerimônia de iniciação sugere um novo nascimento que objetiva levar o neófito a uma nova vida, para que ele aprenda que é preciso morrer para a vida profana, despojando-se de tudo que brilha enganosamente, do que traz proveitos fáceis, dos preconceitos, do orgulho e da vaidade. Neste grau, o maçom deve aprender a colocar em prática o primeiro dever do iniciado: trabalhar em si mesmo.
Bem como a calar, escutar, observar e meditar. Pois, na maçonaria operativa o aprendiz era o servidor dos mestres-de-obras, ele via e aprendia, e silenciosamente seguia as obras dos mestres, obedecendo-os e cuidando de seus materiais de trabalho.
Quando a Ordem maçônica tornou-se uma corporação regular o aprendiz devia submeterse ao perigo de provas físicas, que no atual Rito Escocês são em partes conservadas como um meio de exercitar a imaginação dos iniciados, para que eles sintam que os caminhos do saber são ásperos, íngremes e difíceis.
Atualmente, de acordo com os ensinamentos da maçonaria especulativa cabe ao aprendiz maçom o trabalho de desbastar a Pedra Bruta, isto é, desvencilhar-se dos defeitos e das paixões, para poder concorrer à construção moral da humanidade, o que é a verdadeira obra da maçonaria. Nosso ritual assim pontua: “Para que nos reunimos aqui? Para erigir Templos à virtude, e cavar masmorras ao vício.”
Assim, durante o interstício do grau de aprendiz os irmãos devem se dedicar a esses objetivos, ou seja, trilhar um caminho de observação e trabalho com o fito de obter o domínio de si próprio, com o único desejo de progredir na grande obra que empreendestes ao entrardes em nossa Ordem.
Para que, quando do término desse trabalho de aperfeiçoamento moral, simbolizado pelo desbastar da Pedra Bruta, tenha o aprendiz maçom conseguido pela fé e pelo esforço individual, transformá-la em Pedra Polida apta à construção do edifício social.
Digo a vocês “O aprendiz maçom precisa embelezar seu Templo. Ele precisa construir dentro dele, por suas ações, pelo poder de suas mãos e das ferramentas de seu ofício, certas qualidades que tornem possível sua iniciação nos graus mais elevados da Loja Espiritual.”
Assim, quando atingido esse objetivo comum, o aprendiz pode descansar o maço e o cinzel para empunhar outros utensílios e ter a consciência de que o início de seu trabalho de edificação do seu “eu interior” foi realizado. Tendo atingido esse ponto e feito o melhor que lhe foi possível, está em posição de ansiar que as forças que agem de forma misteriosa possam considerá-lo merecedor de avanças para o segundo grau no caminho do engrandecimento espiritual.
Ir.'. Denilson Forato - M.'.I.'. 

A educação e a Maçonaria



O cidadão que bate na porta de um templo da Maçonaria em busca da luz, a educação que leva à sabedoria, aguarda que a ordem maçônica possua um método de ensino que o transformá-lo em homem melhor do que já é. Isso é evidente na redação da absoluta maioria das propostas de admissão.
Tempos depois, alguns não encontram esse tesouro, desiludem-se e adormecem. Para eles, a almejada luz foi apenas um lampejo. Longe de constituir falha do método maçônico de educação de construtores sociais, a rotatividade é devida principalmente a nesses cidadãos a luz não penetrar, isso porque eles mesmos não o permitem. A anomalia é consequência do condicionamento a que foram submetidos ao confundirem educação com aquisição de conhecimentos na sociedade. É comum não perceberem a sutil diferença entre os dois propósitos. Professor de escola da sociedade ensina, transmite conhecimentos e não educa. São raros os professores das escolas que mostram caminhos e motivam o livre pensamento, e mesmo assim, isso ainda não constitui educação.
Em educação existe apenas o ato de educar-se, de receber luz de fora e sedimentar em si novos conceitos, princípios e prática de virtudes. É impossível educar outra pessoa, a não ser que essa, na prática de seu livre-arbítrio, consinta e se esforce em mudar a si próprio. No universo dos seres pensantes existe apenas a autoeducação. Qualquer um só pode educar a si próprio. Ao mestre maçom é dada a atribuição de ensinar. Pelo modelo do mundo, é de sua atribuição transmitir conhecimentos e, pelo da Maçonaria, é induzir o educando a decidir qual caminho deseja seguir em sua jornada. O método da ordem maçônica visa a provocar que cada um descubra seus próprios caminhos. Ler em conjunto as instruções do ritual não faz do mestre um educador maçônico, mas um professor que transmite conhecimento; ele não induz à luz, à educação da Maçonaria, à almejada sabedoria; para tal, ele carece de um condicionamento de autoformação. O mestre que apenas dá instruções de forma mecânica nem instrui, pois se comporta à semelhança do modelo do mundo, onde os governos propiciam instrução e igrejas conceitos de ação e moral, que na maioria das vezes visa apenas a escravizar para o trabalho ou ao fundamentalismo radical. Auxiliar alguém a mudar o rumo de sua jornada, na presença do livre-arbítrio, é educação. Romper a “couraça de aço” que envolve o intelecto do educando exige uma expressão de arte, algo quase místico.
Para despertar dentro do educando as potencialidades de seus dons, exige-se do mestre obter conhecimento lato da natureza humana. Para aprofundar-se no conhecimento das características humanas exige-se dele que conheça antes a si mesmo da forma mais ampla possível – é a essência do “conhece-te a ti mesmo”, de Sócrates. Esse autoconhecimento só aflora quando ele atinge a fase de autor-realização em sua vida, o último estágio que um ser humano atinge depois de atender a todas as demais necessidades, e que Abraham Maslow definiu para o indivíduo que procura “tornar-se aquilo que os humanos podem ser, eles devem ser: eles devem ser verdades à própria natureza delas”.
É nesse último nível que se considera a pessoa coerente com aquilo que ela é na realidade, seu verdadeiro eu, de ser tudo o que é capaz de ser, de desenvolver seus potenciais até o limite. Só então é possível ao mestre conhecer a natureza humana alheia, em que a educação passa a obter característica de arte ao invés de ciência. É ilusão pensar que pelo fato do maçom ver-se mergulhado numa sociedade de homens bons, livres e de bons costumes, já seja o suficiente para fazer dele um homem bom. Se ele não o desejar e não agir conforme, de nada adiantam os melhores mestres que nunca obterá a sabedoria maçônica; essa luz só penetra num homem se esse o permitir. Por mais que o mestre se esforce, ou possua proficiência num determinado tema, se o caminho para dentro do educando não estiver aberto, isso não sedimentará e não se transformará em educação ou em luz maçônica.
Se o recipiendário não se abre ao que lhe é transmitido, de nada vale o mais habilidoso educador. O mestre educador exerce apenas um impacto indireto, por uma espécie de indução; um potencial que todos têm latente em si de influenciar terceiros por um conjunto de atividades intelectuais, afetivas e espirituais. Para romper os bloqueios do educando, o mestre deve encontrar-se primeiro, mudar- -se, e só então obterá a capacidade de induzir luz maçônica ao outro – de fazer o outro mudar – momento em que, mente e coração do educando se abrem, e ele mesmo passa a efetuar mudanças em si, exercendo seu potencial de autoeducação. Em todos os casos o educando só muda se o mestre mudar antes.
O aprendizado torna-se ainda mais eficiente quando as provocações provêm da ação do grupo sobre o indivíduo – é o efeito tribal fixado profundamente na mente de cada indivíduo, fenômeno psicológico e social desenvolvido desde os vetustos homens das cavernas – é quando a maioria das barreiras e bloqueios desaba e abre-se espaço para a autoeducação; nesse caso, com o objetivo de obter aprovação do grupo e identificar-se com seus semelhantes.
Fica mais efetivo quando uma força assemelhada é aplicada a si mesmo, para obter a aprovação própria, algo que lança o homem na obtenção de sua derradeira necessidade: a autorrealização. Note-se que educação maçônica, a luz, a sabedoria, não têm nada a ver com decorar rituais, conhecer ritualística, ser uma enciclopédia ambulante; é uma arte que adquire contornos quase mágicos, principalmente quando os resultados aparecem e produzem bons frutos ao induzir os outros a mudarem para melhor como edificadores sociais.
Enquanto a ciência pode ter tratamento intelectual com a transmissão de instruções, a arte de educar da Maçonaria vai muito além, e alcança intuição cósmica, limitada apenas nas fronteiras que cada um impõe a si próprio. Enquanto o talento analisa e é consciente, o gênio intui e vai muito além da consciência, pode até alcançar o místico.
Abordagens técnicas não furam a couraça do livre arbítrio do educando, mas a alma da educação pode ser alcançada pela “metafísica” da arte de ensinar os caminhos para a luz. É uma mistura equilibrada de conhecimento, emoção e espiritualidade; elementos dependentes entre si. A educação que quebra as barreiras do livre-arbítrio apresentará sempre contornos lúdicos na sua indução. Para isso exigem-se do educador maçônico autoconhecimento e autorrealização.
Tal personagem porta a capacidade de induzir na mente do educando uma caminhada que o motiva a efetuar mudanças em sua vida; não porque o mestre assim o determina ou exemplifica, mas porque o educando assim o deseja. Quando o mestre adquire essa arte de atingir e motivar o educando pela autoeducação, terá quebrado a barreira da indiferença do livre-arbítrio e o educando se modifica porque ele assim se auto-determina.
Com isso, o mestre alcança a plenitude de sua atribuição. É a razão do educador maçônico nunca ser definitivo em suas colocações e sempre apresentar as verdades sob diversos ângulos, para que o educando possa escolher ele próprio qual é o melhor caminho a seguir. É a razão de propiciar aos educandos a possibilidade de debater num grupo, em família, os temas com que a Maçonaria os provoca e eles mesmos definirem, cada um a sua maneira, suas próprias verdades.
É a razão de o mestre brincar com os pensamentos, propiciando emoção agradável, conduzindo as provocações apenas na direção certa do tema e que cada um define suas próprias veredas. Em todos os casos nos quais o educando sente-se livre para pensar e intuir, ele derruba as inexpugnáveis barreiras do livre-arbítrio que o impedem, em outras circunstâncias mais rígidas e ritualísticas, de obter as suas próprias verdades pelos eternos ciclos de tese, antítese e síntese.
Da mágica que se segue da absorção da luz pela auto-educação é que surge a razão do maçom nunca iniciar um trabalho sem invocar a fonte espiritual da arte de educar à glória do Grande Arquiteto do Universo, a única fonte de luz da Maçonaria.

Desbastando a pedra bruta íntima

Ir.’. Denilson Forato
Desde que me iniciei nesta Augusta Ordem, e desde que adentrei ao templo em busca da verdadeira luz, me foi sempre dito que deveria lapidar minha pedra bruta. Disseram-me também que este lapidar seria um trabalho lento e solitário, onde deveria aparar minhas arestas sem reparar nas imperfeições de outras pedras. Entretanto, a solidão na caminhada ao espiritual não significa viver apartado das pessoas, pois o crescimento sem a companhia dos irmãos é impossível, visto que desapareceriam os referenciais que servem de colunas de orientação.
Da mesma forma, torna-se impossível lapidar minha pedra sem reparar nas pedras a meu lado que me servem de vetor e por isso mesmo de orientação em minha lenta lapidação. É muito fácil dizer que eu não reparo na imperfeição da pedra alheia e por isso também não vou querer que reparem na imperfeição da minha.
A Maçonaria é sábia e perfeita em seus ensinamentos e nada nos é colocado sem que haja uma razão de ser. Se no primeiro grau simbólico a pedra bruta tem que ser desbastada, ela terá sempre como molde a pedra cúbica. Para que possa o Aprendiz galgar sua subida na escada de Jacó, ele sempre terá como modelo o Companheiro. Dá mesma forma, o Companheiro no polimento de sua pedra cúbica aprimorando-se em busca da perfeição maçônica, também o fará moldando-se no modelo da pedra polida, que por seu polimento reflete a sabedoria e conhecimentos do Mestre.
Daí a importância em reparar nas perfeições e porque não dizer nas imperfeições de outras pedras, pois até mesmo o errado nos é importante para que saibamos o que vem a ser o certo. A maçonaria é perfeita, mas o homem, este, está fadado à imperfeição, pois vive ainda em sua constante luta entre o espírito e a matéria.

Aprendemos mais pelos exemplos que temos do que pelas palavras que nos falam, ou seja, a máxima – faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço – não funciona nem em nossa infância, quanto mais em nossa maturidade. E, sendo assim, não adianta dizer que por ser um trabalho solitário, tal trabalho não me dará responsabilidades para com as pedras a meu redor, não basta polir somente a minha pedra, tenho que também servir de exemplo para o polimento de outras a meu lado. Todavia, inerente a tal afirmativa, o maçom está fadado a ser sempre um exemplo a ser seguido, um exemplo de moral, virtude, sabedoria, instrução, bondade, tolerância, ou seja, estará sempre sendo cobrado em sua luta eterna na construção de castelos a virtudes e masmorras ao vício Daí, a importância de nos reunirmos, tanto em loja, quanto fora dela em nossos momentos de ágape, para que na troca de experiências possamos nos aprimorar, e comungando, em fraternidade e harmonia, possamos revigorar nossas forças para a árdua caminhada em busca de conhecimento e sabedoria para nos tornarmos homens melhores, servindo de exemplo ao resto da humanidade.

sábado, 19 de abril de 2014

Os filhos




Os filhos não entendem...O tempo passa muito rápido e quando se vê já se passaram vários anos e as crianças cresceram, mas para os pais elas serão sempre crianças, não importa a idade, sempre terão proteção e o colo confortável disponível a qualquer hora.
O pai sofre porque fala...a mãe sofre porque cala...
Mas os filhos devem escutar as experiências dos pais,devem entender que um Pai morre 1000 vezes pelos filhos e que uma Mãe, come um 1kg de Sal pelos filhos!
Então direi um recado a todos os filhos,valorizem,escutem,honrem seus pais,pois amanhã poderá não tê-los, ai as lágrimas serão vosso conforto.
Ame a Deus, Seus Pais depois o Resto....

Ir.'. Denilson Forato