quinta-feira, 17 de julho de 2014

Banquete Ritualístico em Santo André/SP

Dia 11/07/2014 às 20h Banquete Ritualístico em Santo André/SP, ARLS Consciência Andreense nº 2633 - Rito Moderno, Como parte das comemorações da Semana Cultural Benedicto Guaracho- Clube de Portugal do Grande ABC - Rua Nossa Senhora de Fátima nº 55  Bairro Paraíso - Santo André/SP com a presença de mais de 500 irmãos.


Campanha do Agasalho 2014 E.'.V.'.












segunda-feira, 16 de junho de 2014

ARLS Fraternidade e Amizade 321 - Campanha do Agasalho 2014

Na data de 14 de junho de 2014, os IIr.'. Aprendizes : Thiago Barbosa (Coordenador), Bruno Camacho, André Neves, Nelson Lourenço e o M.'.I.'. Denilson Forato, estiveram na Entidade CASA de ANANIAS.
Entidade essa que cuida de idosas acamadas.
Foi uma manhã de muita reflexão, pois ninguém sabe o dia de amanhã!












segunda-feira, 26 de maio de 2014

Sessões Maçônicas atrativas



As Lojas antigamente (não muito), através das suas Sessões semanais ou quinzenais, na maioria das vezes, serviam como oportunidade de manter seus membros atualizados sobre o que estava acontecendo na comunidade, no país e no mundo. Temas de interesse histórico, político e filosófico sempre tiveram o maior enfoque nas Sessões Maçônicas.


O Maçom tinha então oportunidade de melhoria de sua profissão, da sua cultura em geral, do seu status, ganhando maior espaço e inserção na sociedade em que vivia.


No entanto, chegamos ao terceiro milênio com uma profusão estrondosa de tecnologia, velocidade e globalização da informação. Estamos vivendo uma época de grandes atrativos, pressa e utilitarismo. Um mundo cheio de atrações, como o celular, a televisão, a internet, teatro, shows musicais, esportes e tantos outros. A velocidade como tudo se processa, faz com que todos hoje tenham pressa para tudo.

Vivemos como se não houvesse mais tempo a perder. Segundo o filósofo Mario Sergio Cortella “uma norma principal ganha corpo: é bom tudo o que for útil, é adequado tudo o que for lucrativo, é moralmente confortável tudo o que for vantajoso”. 
Podemos afirmar que essa norma não impera em nosso meio?

O grande desafio que temos hoje, particularmente em nosso País, dentre outros, é o de fazer com que nossas Lojas Simbólicas voltem a ser verdadeiras escolas de conhecimento e formação, com Sessões atrativas, discutindo temas de interesse nacionais e internacionais, despertando em seus membros o interesse na participação intra muros e extra muros e diminuindo o percentual de evasão maçônica.


Por outro lado, a maioria das Lojas tem sido administrada, até aqui, de uma maneira geral, de forma empírica, sem o mínimo senso de administração, sem observância de critérios técnicos e com ênfase no improviso.ou seja "Nas Coxas"; Não se vê propriamente a aplicação de um planejamento administrativo. Urge, portanto, adequar a nossa estrutura organizacional às modernas técnicas e recursos de administração, inclusive, com a utilização de mais recursos tecnológicos e enfoque em conhecimentos de liderança.


A falta de estudos é o que mais prejudica as Lojas, impede seu crescimento qualitativo e muito contribui para a evasão maçônica. Estas perdem muito tempo com assuntos administrativos, quando esses assuntos deveriam passar antes pela respectiva Comissão, sendo devidamente enxugados. Esta é uma forma para que possa sobrar mais tempo destinado aos estudos em Loja.


No entanto, o que leva à evasão maçônica não é apenas a falta de estudos, mas também uma seleção precipitada e corrida com vistas à iniciação de candidatos. Há que se aprimorar a indicação, seleção e admissão de candidatos à Ordem.


É prejudicial às Lojas, também, a ênfase dada pela maioria das administrações às pompas e circunstâncias inerentes às Sessões Magnas, em detrimento das atividades imprescindíveis à formação e aperfeiçoamento dos Irmãos.


Por último, é importante que seja desenvolvido um sistema de capacitação dos cargos em Loja, especialmente os que compõem a administração, evitando-se que estes sejam assumidos por Irmãos, quando muito, providos apenas de conhecimentos empíricos, aprendido pela observação e e pelos usos  e costumes.

Isso deve acabar e urgente!


Tenho dito!

Por quê os Irmãos querem" ir dormir"?




Meus Irmãos, o assunto é grave! E merece reflexão!
Este é o segundo artigo que escrevo sobre o tema:

Segundo algumas estatísticas, o número de Irmãos  “adormecidos” a nível mundial será em breve  de 
alguns milhões, sendo plausível que no Brasil   já passe de várias centenas.

O “adormecimento” de um Ir. é sempre uma infelicidade para uma Loja e por consequência para a Obediência onde a mesma se encontra inserida. 

Caso consideremos o “adormecimento” como a consequência natural de uma admissão que não deveria ter acontecido, por o neófito então profano não corresponder aos critérios exigidos, teremos então que ter a humildade de reconhecer que tal se verificou provavelmente por negligência ou facilitações nas sindicâncias.
 
Tal argumento, se bem que plausível nalguns casos, poderá levar-nos a não fazer uma reflexão séria sobre qual a verdadeira razão para tantos “adormecidos”, tanto na nossa Loja ou Obediência, como a nível global.

Sendo verdade que alguns “adormecimentos” se devem a um possível mal entendido quando da admissão de um profano nos mistérios da Maçonaria, devemos reconhecer que por vezes a perseverança exigida pelos Irmãos Mestres aos Aprendizes não é correspondida proporcionando-lhes uma instrução adequada às suas expectativas de conhecimento no caminho da Luz, aguçadas por toda uma simbologia que visualizam em cada sessão na sua Loja e por vezes nunca explicada.

É natural que muitos Irmãos se interroguem sobre a utilidade da sua participação em reuniões de Loja onde, muitas vezes, a leitura de decretos e a discussão de questões administrativas, se sobrepõem à instrução e à demanda espiritual a que porventura se propuseram quando foram iniciados.

Esquecemo-nos por vezes da nossa condição de eternos Aprendizes e que a instrução esforçada e contínua, que temos por dever proporcionar aos novos Aprendizes, contribuirá também para aprofundar os conhecimentos dos mistérios da Maçonaria já adquiridos pelos próprios Mestres.

Sessões de Loja onde, por vezes,  sequer o Ritual é bem compreendido e consequentemente não é escrupulosamente cumprido, contribuem para as dúvidas e interrogações de quem observa na sua Loja o Ritual ser praticado como uma mera tentativa de representação teatral e como tal esvaziada do seu verdadeiro significado simbólico.

Só o Simbolismo maçônico bem compreendido poderá ser o elo a unir todos os maçons e é por ele que a verdadeira Fraternidade se pode e deve estabelecer.

É sempre mais fácil culpar o Irmão “adormecido” em vez de procurarmos compreender qual o verdadeiro motivo que levou um neófito, que procurou a Luz, a desistir da sua demanda espiritual.
Muitas vezes não nos apercebemos que são os nossos erros que levam Irmãos desencantados a perder a fé na instituição. Esquecemo-nos por vezes que o desencanto com a Loja ou Obediência, não significa necessariamente o abandono dos ideais maçônicos por parte do Irmão que deixa de frequentar a sua Loja.

Os esforços por vezes dispendidos em disputas por um efêmero e aparente poder no seio das estruturas organizacionais nada tem a ver com a Maçonaria e tal tem também levado ao “adormecimento” de muitos Irmãos. 

Infelizmente é por vezes mais fácil aplicar a Justiça, através de sanções, do que levantar a bandeira da Tolerância na qual está implícito o dever de redirecionar os faltosos ou culpados e a possibilidade de os recuperar qualquer que seja a gravidade da sua falta.

Na demanda espiritual a que nos propusemos com vista à construção d o Templo ideal, que é primeiro o Homem e depois a Sociedade, procuramos trazer para o nosso seio o maior número possível de homens livres e de bons costumes. Poderíamos mesmo definir como objetivo, talvez utópico, que com a iniciação de todos os homens livres e de bons costumes, numa sociedade regida pelos verdadeiros valores maçônicos, a construção do Templo ideal feita à Glória do Grande Arquiteto do Universo estaria numa fase adiantada de conclusão.

Nessa nossa procura de novos Obreiros esquecemo-nos por vezes dos Irmãos “adormecidos”, entre os quais se encontram Mestres com alguma antiguidade, Veneráveis e mesmo Grão-Mestres, o que constitui um desperdício e uma inutilidade iniciática.

Referimo-nos por vezes aos Irmãos “adormecidos” como ex-Irmãos ou ex-Maçons. Isso não existe. O Irmão “adormecido” é isso mesmo, é um Irmão que a Loja tem a obrigação de, pelo menos, tentar voltar a despertar para a demanda espiritual a que ele se propôs e que por esta ou aquela razão abandonou. 

Seria bom que, na Cadeia de União, voltássemos algumas vezes o nosso pensamento Fraternal para esses Irmãos adormecidos, pedindo ao GADU o seu regresso ao nosso seio. Se o Irmão “adormecido” abandona a sua Loja, esta não deverá pura e simplesmente abandonar o seu Obreiro.

Felizmente esse total esquecimento a que na maior parte dos casos ficam votados os Irmãos que escolheram abandonar, pelo menos fisicamente, a Cadeia de União, nem sempre se verifica. 

A verificar-se o regresso, aos trabalhos da nossa  Loja, em particular, e, da nossa Augusta Ordem em geral, de todos os homens livres e de bons costumes já iniciados que se encontram “adormecidos” um grande passo seria dado para a construção do Templo ideal.

Que o Grande Arquiteto do Universo nos ilumine e auxilie nessa importante tarefa.

Ir.'. Denilson Forato M.'.I.'.

A LÍNGUA DO MAÇOM


a lingua do maçom

No século XVIII, a língua era chamada a chave dos segredos do Maçom. E um dos brindes que se fazia em Loja, já dizia Mackey “Aquela excelente chave, a língua do Maçom, que deve sempre falar tão bem na ausência de um irmão como na sua presença; e quando não possa fazer com honra, justiça e retidão, que adote a virtude do Maçom, que e o silencio”.
Com esta introdução a Maçonaria fornece conselhos valiosos que nos ajudam a controlar nosso modo de falar.
Mostra que palavras faladas têm conseqüências, e também podem revelar muito às qualidades de quem as profere.
Quem trama maldades causa dor e sofrimento para si mesmo.
Por outro lado, os que aconselham a paz obtêm o contentamento de fazer o que e direito.

O Maçom deve saber quando falar e quando ficar calado.
Ele encobre conhecimentos por evitar e exibir o que sabe.
Antes e discreto em mostrar o conhecimento que tem.
O estúpido, ao contrario, é rápido no falar e revelar logo a sua tolice.

Portanto, que as nossas palavras sejam poucas e que nos refreemos de usar a língua para nos gabar.
Há muitas ansiedades e preocupações que podem sobrecarregar o coração com tristeza.

O que e preciso para aliviar o fardo e alegrar o coração?
É aceitar uma boa palavra de encorajamento de alguém compreensivo.

Contudo, e primeiramente, é prudente ouvir o Grande Arquiteto do Universo, em nosso coração. Aquele que ensina aos homens, o conhecimento, o amor, a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade.

terça-feira, 6 de maio de 2014

COMO APRESENTAR TRABALHOS ESCRITOS EM LOJA



Meus Irmãos vou confessar algo,não é fácil escrever e, muito menos, desenvolver uma “Peça de Arquitetura” para ser apresentada em Loja. Mas também não se pode dizer que seja difícil ou extremamente complicado. Basta seguir algumas dicas e tudo se tornará mais simples.

          Infelizmente, muitos Irmãos, premidos pelas circunstâncias e por falta de orientação, se valem do meio mais fácil, que é a colagem de trabalhos da Internet ou de textos de livros e revistas, sem indicar a fonte que se serviu. Quem perde com isso é o próprio autor, que, além de violar um direito autoral e não realizar a necessária pesquisa deixa de aprender um pouco mais sobre o assunto. 

          Para escrever bem é preciso ler bastante, prestar atenção na forma como os textos são escritos, como as idéias são apresentadas, consultar bons livros e dicionários e, por fim, ter coragem, ser atrevido. Afinal, se tantas pessoas escrevem porque você também não poderá fazê-lo.

          Escolha em primeiro lugar o tema que pretende desenvolver. Em seguida, consulte sobre o assunto em livros, jornais, revistas, na Internet. Faça uma lista dos assuntos que irá tratar e os argumentos a serem desenvolvidos; busque ilustrações, citações; procure confrontar as opiniões de vários autores. Pense o que dirá no início (introdução), no meio (desenvolvimento) e no fim do trabalho. Faça um esquema; coloque tudo no papel e comece a escrever.

          O texto deverá ter o máximo de objetividade, clareza, coerência e concisão. É importante não querer demonstrar erudição, conhecimento que você não tem. Evite palavras ou expressões que você não conhece o significado.

          Não existem dúvidas que a melhor maneira de começar algo é iniciá-lo. Os chineses há muito já diziam: “Uma viagem de mil léguas começa com o primeiro passo”.

          A seguir procuramos mostrar passo a passo o mínimo do caminho a ser percorrido para que você apresente sua “Peça de Arquitetura” em Loja de maneira elogiável, ética e responsável. 
                                    

                        

TIMBRE DA LOJA 

Á GLÓRIA DO GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO

                          TÍTULO DO TRABALHO
                 O título do trabalho deverá estar centralizado na primeira página.
Fonte Times New Roman, 24, sublinhado.



Nome do Autor:                              

C.I.M.
Apr.: M.: C.'.M.'. ou M.'.M.'.
    
     Atenção:
Nome por extenso
Identificação Maçônica
Alinhamento à esquerda
Fonte: Times New Roman
Tamanho: 20
  

                          SAUDAÇÃO AOS PRESENTES  ( Falar)


Ven M
Irm.: 1º Vig.:
Saudação Maçônica
Irm.: 2º Vig.:
Estimados IIrm
(ou Caríssimos ou Respeitáveis) 


 
Obs.: Não existe uma regra fixa, rígida e determina para a saudação aos presentes. Todavia, deve ser observada a hierarquia de cargos e graus. Assim: Os principais Cargos em Loja são: Venerável Mestre, 1º Vigilante e 2º Vigilante. Os detentores destes cargos são as Luzes da Loja (Luzes da Sabedoria); são também os três principais governantes da Loja (3 a GOVERNAM, 5 a compõem e 7 a completam). Isto não significa que eles estejam acima de outros cargos dos Altos Corpos do Simbolismo. Apenas quando EM LOJA eles são os principais. Apenas quando presente o Grão- Mestre este deve ser saudado primeiro que o Venerável Mestre.  

EXEMPLO DE SAUDAÇÃO GERAL:

 Luzes, demais autoridades e dignidades presentes, meus demais Irmãos. (Esta saudação é simples, objetiva e cumprimenta de forma cordial e respeitosa a todos os presentes). 1.Introdução (todos os tópicos do trabalho deverão obedecer a formatação:Times New Roman, tamanho 14, sublinhado e no espaço 1,5).  
   Atenção:

Na introdução são feitas breves considerações sobre o tema do trabalho de forma a dar uma visão geral do mesmo. Todo o texto do trabalho deverá ser redigido na fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento 1,5.   
 
     Um texto deverá ter sua introdução (início), desenvolvimento (meio) e conclusão (fim).
A introdução é o início propriamente dito do trabalho e deve conter um resumo, em poucas linhas, daquilo que será desenvolvido no restante do texto. Ela deve ser breve e nunca deverá ter o tamanho igual ou superior ao do desenvolvimento.

Praticamente tudo que será discutido no desenvolvimento do trabalho já deverá vir descrito, em linhas gerais, na introdução. É a partir dela que o leitor terá uma ligeira informação sobre o conteúdo do tema a ser tratado.

No entanto, a introdução não necessariamente deverá ser feita em primeiro lugar quando da elaboração do texto do trabalho. Caso você ainda não tenha uma idéia completa sobre o tema que irá tratar, desenvolva-o e, depois, faça a introdução. 

       Desenvolvimento 

É o desdobramento do trabalho. No desenvolvimento, o autor deverá discutir os assuntos apresentados na introdução. Em um ou mais parágrafos escreve-se sobre cada um dos argumentos elencados na introdução.

É a parte mais importante do trabalho. É justamente o momento em que podemos nos aprofundar nas idéias que, até então, haviam sido apenas mencionadas superficialmente na introdução.

É ainda durante o desenvolvimento do texto que serão apresentadas ilustrações, citações e os argumentos que você dispõe para comprovar a sua tese.
Embora em todo o texto deva ficar transparente sua opinião, deve ser evitadas expressões como “eu acho que”, “eu penso que”.
 
2. Simbologia (caso seja pertinente ao tema) Neste item o autor do trabalho discorrerá brevemente sobre os aspectos simbólicos do assunto tratado. ATENÇÃO: Somente discorrer sobre simbolismo se o tema pedir. COMO PROCEDER: 1º Colocar a opinião do autor sobre o que entende sobre determinado símbolo ou aspectos simbólicos; 2º Citar a opinião de outros autores.

          Exemplo:
  Segundo  o grande escritor X:  
        “xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
           xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx” (1) 

               ILUSTRAÇÕES
As ilustrações são complementos do texto. Podem ser: desenhos, símbolos, fotografias, etc. Devem ficar tão próximos o máximo possível do lugar em que foram mencionadas. 3. Significado místico, religioso ou esotérico (somente caso seja pertinente ao tema do trabalho). Neste item são descritos os aspectos místicos, religiosos ou esotéricos sobre o tema do trabalho.   


4. Ritualística, História, Legislação (caso seja pertinente ao tema do trabalho). 
     Neste item o autor deverá discorrer brevemente sobre ritualística, história ou legislação, para demonstrar ou ilustrar melhor sobre o que está tratando no tema do trabalho. 

5. Conclusão (ou Conclusões). 

     Esta é a principal parte do trabalho. Neste item o autor deverá colocar, com as próprias palavras, suas impressões pessoais sobre todo o tema apresentado. 

6. Bibliografia (Sempre citar)
     Citações com base na ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas 
     Exemplo: 
1. CASTELLANI, José. O Rito Escocês Antigo e Aceito. Editora “A Trolha”. Londrina. 1996. 
2. BOUCHER, Jules. A Simbólica Maçônica. Ed. Pensamento. São Paulo. 2001. Saudação final Que o Gr Arq do Univ ilumine a todos. Nome completo do autor: C.I.M. Apr Maçom Data Assinatura. 

                                    SAUDAÇÃO FINAL:
Que o Gr Arq do Univ ilumine a todos. Nome completo do autor: C.I.M. Apr Maçom.
                                                 Data
                                           Assinatura.  

OBSERVAÇÕES FINAIS: 

1ª - Caso a Loja trabalhe no Rito Moderno não é usada a fórmula “À Glória do Grande Arquiteto do Universo”.

2ª - Deve ser evitada a abreviatura GADU, que é incorreta. A abreviatura correta é escrever por inteiro Grande Arquiteto do Universo

3ª - Também não se deve usar ARLS e sim Aug e Resp Loj Simb (ou A.'. R.'. L.'. S.'. ).

4ª - Este modelo de trabalho é para o TEMPO DE ESTUDOS. Deve conter, no máximo, duas folhas de texto, pois a leitura do mesmo de forma pausada, ou a sua exposição oral, já durará aproximadamente 15 minutos. Depois virão os comentários.

5ª - Caso a Peça de Arquitetura seja para Aumento de Salário o tema deverá ser desenvolvido de forma mais aprofundada, com mais detalhes e em maior números de páginas. Mas sempre seguindo este mesmo modelo.

6ª - Caso seja feita consulta a Artigo e/ou matéria de jornal, fazer a referência da seguinte forma:

FERREIRA, Julio. Praias brasileiras dão banho de beleza. Folha de S. Paulo. São Paulo. 10 de abril de 1987. Folha de Turismo. Caderno 8, p. 13.

7ª - Em caso de consulta na Internet:
YANANDA, Ione Aires. A Magia das Velas. Disponível em http://www.33d.com.br/pmvelap.htm. Acesso em: 11 set. 2007.

8ª - É sempre importante respeitar os direitos autorais. Nunca colocar palavras de um autor sem citá-lo.

            
Referências:
1. Trabalho da A R L S THEOBALDO VAROLI FILHO nº 2699
2. Normas para Elaboração dos Trabalhos de Pós-Graduação/Especialização – Universidade Estácio de Sá.
3. PERROTTI, Edna M. Barian. Superdicas para Escrever Bem. 2ª Edição. São Paulo: Editora Saraiva. 2009.