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quarta-feira, 28 de novembro de 2018
terça-feira, 30 de outubro de 2018
A CABALA E O MISTICISMO MAÇÔNICO
A
palavra Cabala tem origem
no vocábulo hebraico
“kibbel”, significando lição, tradição, ensino.
A Cabala é a tradição esotérica e o conjunto das
doutrinas secretas do judaísmo. Esta ciência oculta foi recolhida nas
Escrituras e devia ser transmitida oralmente e nunca ser escrita, visando
evitar que o texto caísse sob as vistas dos profanos.
Os cabalistas datam as concepções primordiais da Cabala de tempos primitivos - que remetem a Moisés e até Abraão e
Adão. Quanto aos verdadeiros
fundadores da Cabala, entretanto,
são mencionados três talmudistas: Rabino Ismael ben Ehsa (cerca de 130 d.C.); Rabino Nechunjah ben Hakana
(cerca de 75
d.C.) e, sobretudo, Simeon ben
Yohai (cerca de 150 d.C.), sendo este último apontado como autor do famoso
Zohar.
Acredita-se que os ensinamentos
da Cabala começaram de forma oral,
que foi transmitida por Enoque aos seus
descendentes, sendo que, posteriormente, Moisés, para evitar que seus
ensinamentos se perdessem, comunicou-os aos setenta anciãos escolhidos, e daí
para frente de forma escrita.
Mas, ao serem escritos os ensinamentos
cabalísticos, foi utilizada a maneira mais simbólica possível, com o intuito da
não compreensão profana, mas tão somente
dos iniciados. Dois são os livros
fundamentais da Cabala: 1º o Sefer Yetsirah, ou Livro da Criação, e o Zohar, ou
Livro dos Esplendores.
A Cabala apareceu, na sua forma atual, por volta do século XII, repetindo, continuando e completando o ensino
esotérico do Talmude. Na Bíblia temos
os livros cabalísticos de Ezequiel e do
Apocalipse, que foram escritos de forma
velada, simbólica. A chave do seu ocultismo
repousa, como a do Talmude, sobre o valor dos números, a combinação das
22 letras do alfabeto hebraico e a força oculta do Tetragrama.
O ensino da Cabala esmera-se em
dar com precisão a definição da divindade vulgarmente denominada Deus, em
fixar-lhe os atributos e em estabelecer o processo das manifestações do seu
poder. A particularidade da Cabala é de repudiar toda idéia de antropoformismo
na definição da divindade, de afastar toda possibilidade de figuração de Deus que é Infinito, inacessível, incompreensível... O Ser por excelência, o
Verbo eterno conjugando-se, simultaneamente ao presente, ao passado, ao
futuro:Jeová, Aquele que foi, que é, que
será, Aquele cujo nome nunca deve ser
pronunciado porque o profano não compreenderia que o Deus Todo-Poderoso,
o Deus dos Exércitos não pudesse ter nenhum outro nome a não ser o verbo Ser.
A Cabala descobre todos os
mistérios da criação neste simples nome, ao estudar o simbolismo representado
pelas quatro letras formando este nome assim dividido: IOD, HE, VAV~ HE (IHVH).
Este nome é aquele que
encontramos no cume de todas as iniciações, aquele que irradia no centro do triângulo flamejante da Maçonaria.
A primeira letra, o IOD, figurada
por uma vírgula ou um ponto, representa o princípio original das coisas, o
ponto de partida da criação. Esta letra que ocupa o décimo lugar no alfabeto
hebraico, é representada pelo número 10, ele mesmo composto do número um,
unidade, princípio, e do zero, representando o nada, por seu significado e o
Todo por sua forma. No IOD ou número 10, a unidade, origem do Todo, alia-se ao
Nada para formar o princípio inicial da Criação, princípio gerador, princípio
masculino.
A segunda letra, o HE, quinta
letra do alfabeto hebraico, representa o número 5, equivalente à metade do
valor da primeira letra, 10. E o
princípio inicial IOD ou 10 que se fraciona em dois, e que se desdobra. Tal é a
origem do binário: masculino-feminino, ativo-passivo, positivo-negativo, homem
-mulher. A energia criadora masculina
junta-se à matéria fecunda feminina.
A
terceira letra, VAV, ocupa o
sexto lugar no alfabeto. Resulta da ação
geradora do IOD sobre o HE, ao princípio
masculino sobre o princípio feminino. E o filho, a resultante: um mais cinco
igual a seis.
A quarta letra representa um
segundo HE, novo elemento feminino, indispensável ao filho para possuir a
faculdade de se reproduzir e de
perpetuar o Ser. E o grão que contém em potência a geração futura e a possibilidade de garantir a
Eternidade.
JEHOVA, portanto, não é um nome,
mas o símbolo da Criação e da Eternidade, do SER PERFEITO. Este nome não pode
ser pronunciado a não ser uma vez por ano, e soletrado letra por letra no Santo
dos Santos, pelo Sumo Sacerdote, Grão-Mestre da Arte Sacerdotal, no meio do ruído
das preces do povo profano. Diz-nos Elifas Levi: “Todas as
religiões dogmáticas saíram da Cabala e para ela voltam. Tudo quanto existe de científico e de
grandioso nos sonhos religiosos de todos os iluminados é tirado da Cabala.
Todas as associações maçônicas lhe devem os seus segredos e os seus símbolos”.
Paul Naudon assim escreveu:
“Nada permite de resto de situar,
no tempo, a adoção, pela Maçonaria dos sinais e símbolos que a Cabala utiliza.
A instituição não foi uma criação espontânea; deriva em grande parte das
associações arquitetônicas que a precederam ou inspiraram, como os colégios
romanos, as associações monásticas, as guildas etc. Sofreu, igualmente, largas
influências dos maçons aceitos cujo papel tornou-se progressivamente primordial
com o declínio do elemento profissional.
As preocupações filosóficas
desses maçons especulativos alquimistas, hermetistas, cabalistas, rosa-cruzes e
seus subsídios esotéricos vieram
juntar-se e completar os da Maçonaria. O fundamento de suas doutrinas
repousava sobre o mesmo princípio da Maçonaria: o da imanência divina. O papel
desses hermetistas foi importante na
transição entre a Maçonaria operativa e a Maçonaria especulativa moderna. Mas a sua contribuição
com um simbolismo egípcio, hebraico e
siríaco não era
mais que uma síntese que vinha
integrar-se em um meio amplamente preparado pelos mais eminentes pensadores da
Idade Média e da Renascença”.
O programa do grau de Aprendiz
compreende os números um, dois, três e quatro, donde os conceitos de unidade,
de binário, de ternário e de quaternário. O do grau de Companheiro compreende
quatro, cinco, seis e sete (tétrada sagrada, quintessência, rosa mística,
hexagrama, setenário). O grau de Mestre estuda os números sete, oito, nove e
dez (tri-unidade setenária, ogdoada solar, Eneada ou árvore dos Sefirot). Os
dez Sefirot são dez emanações do Deus único: dez reconduz a um...
Assim, a Cabala passa à Maçonaria
seus ensinamentos mais expressivos.
Ir.·. Denilson Forato M.I.
Fonte: http://www.solbrilhando.com.br/Sociedade/Maconaria/Artigos/A_Cabala_e_o_misticismo_maconico.htm
PARA QUE A MAÇONARIA EXISTE?
Existe
um Mistério, maior do que todos os Mistérios deste Mundo, que é o Mistério da
Existência humana.
Provindo
de um Mistério maior, inconcebível, Incognoscível, o Ser Humano, busca por
entre as Florestas dos Erros o caminho de retorno ao seu local de origem.
Perdidos
por entre essas florestas dos erros e da verdade, nós vamos tateando cegamente,
nos apoiando aqui e ali, num mundo de completa escuridão, onde estamos sujeitos
a todo momento cair num precipício, pois a maioria de nós vive no abdômen,
preso aos prazeres deste mundo, aos desejos e as angústias, repletos de dúvidas
e de medos, onde o nosso local de origem, que os Cristãos e Judeus chamam de
paraíso, e os Druídas chamam de Gwenwed (Mundo Branco), parece estar muito
distante de nós, se tornando um sonho, apenas um desejo distante da humanidade,
mas um desejo temoroso, por não sabermos se realmente este mundo existiu algum
dia, ou, se existiu, ainda existe.
Todo
o nosso passado e nossas lembranças dele se tornou muito distante, e
aparentemente inexistente, por isso nos tornamos presos a este mundo, onde um
antigo Druida disse:
“Homem,
lembra-te de que tu és somente um átomo, e que, mesmo que tu pudesses ser o
Deus dessa terra que tu engatinhas e rastejas, mesmo assim, tu ainda serias
apenas um átomo, e um entre tantos outros no Universo.
Na
Antiga Rosacruz e nos primórdios da Maçonaria Legítima, na construção do seu
alicerce, os Antigos Rosacruzes e Templários Maçons, desejosos de trazer uma
filosofia que pudesse ampliar a Luz para as Almas humanas, criaram um sistema
de Símbolos que pensaram tornar os homens ligados a um caminho que os levasse
de volta ao Mundo anterior a este que existimos, e que pensamos existir
plenamente.
Embora,
os objetivos iniciais desses Místicos fossem de aperfeiçoamento e de tornar os
seres humanos livres e de bons costumes, pessoas mais perfeitas para atuar
neste Mundo, muito deste antigo conhecimento, que retrata a Criação do Universo
e de seus mundos, e retrata a descida das Almas e o seu retorno, por intermédio
do Ritual em Loja, tem sido modificado ou suas chaves foram perdidas, e apenas
alguns poucos iniciados conseguem penetrar em seus mistérios, mas, existem
Lojas que possuem pessoas com mentes
afins, onde a nível Espiritual lhes podem ser dadas tais chaves de maneira
interna.
O
que deve ser um Maçom: “Devemos ser ou nos tornar uma União de Almas afins, com
o único objetivo de nos unirmos para que possamos acessar essas chaves iniciais
do Profundo Mistério da Vida e da Morte.
A
Maçonaria, desde o Inicio, em nossa primeira iniciação, nos confronta com a
nossa verdadeira e inequívoca realidade, ou seja, somos colocamos no Quarto das
Reflexões de frente a uma caveira, para lembrarmos quem realmente somos e o que
realmente nos espera futuramente neste Mundo das Multiplicidades Terrenas.
Com
isto, devemos entender que de agora em diante a Morte não virá mais implacável
e terrível como antes roçar os matos secos deste mundo, pois, no momento de uma
Iniciação Maçônica, o anjo do progresso desprenderá suavemente as Almas da sua
cadeia mortal, para deixa-las subir para Deus, retornando ao seu antigo local
de origem. Local este, que é direito de todas as Almas viventes.
Os
antigos Templários Maçons e Rosacruzes, entendiam que deveriam criar um Ritual
e Filosofia, que permitisse aos seres humano, que, quando eles souberem viver,
então, não morrerão mais, e de pedra bruta passarão para uma pedra polida, como
se antes fossem uma lagarta sem perspectiva, se arrastando por este mundo, e de
repente se tornaram uma borboleta, que agora voa sem mais os limites de
outrora, se tornando livres e de bons costumes diante da Natureza Naturante,
voando até Deus.
Os
Antigos Maçons e Rosacruzes, sabiam que os terrores da morte são filhos da
nossa ignorância, e que a própria morte não é tão horrenda, senão pelos restos
de que se cobre e as cores sombrias com que os seres humanos cobrem a sua
imagem.
Existe
na Natureza uma força que não morre, e esta força transforma ininterruptamente
os seres para os conservar. Ela é a Razão e o Verbo da Natureza.
E
os antigos entendiam que existe também no ser humano uma Força análoga à da
Natureza, e esta Força é a Razão ou o Verbo Humano. Sabiam os antigos que o
Verbo humano é a expressão da sua Vontade dirigida pela sua Razão.
Sabiam,
também, os Antigos, que este Verbo é Onipotente quando é razoável, porque,
então, é análogo ao Verbo de Deus.
Desse
modo, pelo Rituais e pelos seus Símbolos, e pelo Verbo da sua Razão, os seres
humanos podem tornarem-se aptos para conquistar a Vida e triunfar sobre à
Morte.
Os
antigos Rosacruzes e Maçons Templários, entediam que a vida inteira do ser
humano é somente parturição ou abortamento do seu verbo, onde suas palavras se
tornaram vãs, sem sentido, sopradas aos ventos, pois, sabiam que os seres
humanos que morrem sem ter ao menos tentado buscar algo a respeito dos
Mistérios da vida, e sem ter entendido ou formulado a palavra da Razão, sem ter
tentando por um único instante penetrar na Razão do Eterno, acabam morrendo sem
Esperança Eterna, e desse modo, reencarnando continuamente na Roda das
encarnações contínuas deste Mundo.
Entendiam,
os antigos Maçons, possuidores das chaves que podem abrir as portas dos Antigos
Mistérios de Eleusis, que deveriam criar um Ritual que fosse capaz de
aperfeiçoar os Ser Humano, de molda-los como um artesão modela a Pedra Bruta,
tornando a sua Arte uma Beleza capaz de atingir os Corações da Humanidade.
Entendiam,
estes Homens, que para lutar contra o fantasma da morte, é preciso ter-se os
seres humanos identificados com a realidade da vida.
E,
para que essa identificação pudesse ocorrer eles decidiram criar um Ritual que
pudesse expressar o Momento da Criação e o seu recolhimento, que pudesse
expressar o nascimento da Vida Humana e o seu recolhimento, a ida e vinda das
Almas.
Desse
modo, este Ritual foi feito de forma que pudesse ao mesmo tempo apresentar o
maior Segredo de todos os Segredos, e ao mesmo tempo pudesse permitir o
Aperfeiçoamento do Ser Humano por intermédio do Justo e do Perfeito, da
Liberdade e da Justiça.
Um
Ritual que pudesse desbastar as pedras tornando-as Belas o suficiente para que
nossas Almas possam novamente recordar sua Origem, e com isso despertar nossas
Consciências, trazendo de volta todos os nossos direitos que tínhamos anterior
a nossa Queda, ou, podemos dizer, obter novamente o nosso direito anterior à
Descida das Almas que ocorreu pelo seu Livre Arbítrio.
Foi
este o objetivo inicial de Maçonaria, aperfeiçoar seres humanos para que
pudesse ser criada uma Sociedade mais Justa e mais Perfeita para vivermos,
trazendo para a terra um pedacinho da lembrança de nosso Local de origem, onde
éramos perfeitos em Essência, distantes de todo Mal.
Denilson
Forato M.I.
O trabalho é contínuo
Teu cansaço ou fraqueza é fruto de tua falta de limites. O “excesso de
bagagem” que carregas e que torna tua vida mais pesada se deve à suposta
necessidade de exagerado controle das coisas e das pessoas e à falsa ideia de
que és superior em tudo o que fazes.
Tua ansiedade te leva a fazer ou a resolver as coisas imediatamente. O
que poderias executar em um dia queres fazer em instantes.
Teu perfeccionismo impõe-te realizar tarefas impecáveis, quando poderias
fazê-las com esmero, mas não com perfeição. Ao invés de viveres cada dia como
uma alegre e fascinante viagem de aprendizado, tomas a vida como uma expedição
cansativa e constrangedora, com metas inatingíveis. O perfeccionismo é inimigo
de tua paz interior.
Tua insegurança te induz a concretizar feitos e eventos, não para tua
realização interior, e sim para receberes aplausos exteriores. A necessidade de
te sentires superior te traz um elevado dispêndio de energia emocional.
Tua baixa autoestima te leva aos píncaros do exagero em produzir cada
vez mais. Por sentires menos que os outros, tendes a compensar tua auto
desconsideração tentando fazer diversas coisas ao mesmo tempo. A preocupação
com o julgamento dos outros te faz “tropeçar” nas estradas da vida.
- Tua exaustão não é produto de teu trabalho no bem, nem perda
energética na doação de forças ao edifício do Cristo, mas produto do teu “ego
onipotente”, que acredita que tudo pode, tudo faz e tudo deve ver.
No labor cristão, felizmente, o esforço e o desgaste são restaurados, a
criatura se alimenta energeticamente. Entra em contato com seus potenciais
internos e, a partir daí, sente os prazeres da alma. A respeito disso escreve
Paulo de Tarso: “Por isto, eu me comprazo nas fraquezas, nos opróbrios, nas
necessidades, nas perseguições, nas angústias por causa de Cristo. Pois quando
sou fraco, então é que sou forte”.
Portanto, tem calma. Calma não é lentidão ou desleixo. É, antes de tudo,
conquista de quem aprendeu que o Criador sempre faz a sua parte, esperando que
a criatura, igualmente, faça a sua. Lembra-te de que a tua parte é uma pequena
parcela que deve ser retirada de tuas forças e utilizada de conformidade com
teus limites, ou seja, proporcionalmente a tuas conquistas e
possibilidades.
Psicografia: Francisco do Espírito Santo Neto;
Do livro: Um Modo de Entender Uma Nova Forma de Viver.
A mudança cabe a nós!
Os acontecimentos recentes em nosso país nos mostram que ainda estamos a
anos-luz de termos a capacidade de conviver com as diferenças.
Mas ainda há tempo de reverter essa situação que está quase
insustentável! Afinal, se eu não acreditasse nisso não teria sentido algum
fazer parte da nossa Sublime Ordem.
Não é de hoje que o cidadão para defender o seu ponto de vista, algo em
que acredita, seja esse algo um partido político, um time de futebol, uma
emissora de tv, uma personalidade pública, etc, tem como ferramenta exclusiva
de argumentação o ataque (verbal, físico, virtual ou psicológico) àquele que
discorda de suas crenças, o que recentemente foi absurdamente intensificado.
Muitas vezes, por não aceitar um pensamento divergente, cria apelidos para seus
“oponentes” (coxinha, mortadela, bolsominion, maria, franga, bambi, etc). Mesmo
que não tenha conhecimento das diretrizes defendidas por determinadas
ideologias políticas e sociais, e sem conhecimento histórico, não demora em
taxar seus “inimigos” de fascistas, comunistas, nazistas, socialistas,
vendidos, bolivarianos, esquerdistas, direitistas, liberais, conservadores, e
por aí vai…
Com sua mente deturpada pelo ódio e pela incompreensão, o desejo de ser
detentor do que é certo lhe cega a razão, e até mesmo aqueles que lhe são mais
próximos passam a ser vítimas de sua bestialidade.
Não existe paz em uma ambiente marcado pela odiosidade. Palavras,
escritas ou faladas, são como flechas, e devem ser bem analisadas antes de
serem lançadas. No mundo moderno o que você posta na internet não pode ser
apagado pois o print é eterno.
Nesse mundo de enganos, de disfarces, de quimeras, de máscaras, somos
todos induzidos ao erro e iludidos pelas aparências. Devemos, meus irmãos, ir
em busca da Verdade para que sua luz possa iluminar nosso percurso, evitando
assim que sejamos surpreendidos com uma queda sem fim no abismo da ignorância e
da selvageria.
Estou constantemente em busca da Verdade. Procuro respostas às minhas
perguntas. Encontrei algumas.
Morri algumas vezes, e renasci sempre melhor do que eu era. Conheço
minhas fraquezas, mas conheço também as virtudes que tenho e as uso para deixar
meus vícios presos em uma masmorra.
Vigio minhas atitudes e tento ser um exemplo virtuoso para aqueles com
que convivo, respeitando as dissimilitudes, sem criar apelidos para me referir àqueles
que não compartilham das minhas posições.
Será que um mundo onde cada um de nós possa respeitar o direito de
pensar diferente do outro é uma utopia? Talvez. Mas se você continuar
sentado no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes,
esperando a morte chegar, o fim que nos aguarda será muito mais tenebroso do
que as distopias já produzidas pelos estúdios de Hollywood.
Nós somos os responsáveis pela mudança do atual cenário. Nós devemos ser
o exemplo de convivência, mesmo que meu irmão, meu amigo (no mundo real e no
virtual), meu vizinho, não tenha posicionamento ideológico, partidário ou
futebolístico idêntico ao meu. Devemos defender os valores filosóficos pregados
por nossa instituição. Não basta apenas ser maçom! Devemos ser reconhecidos
como tal por nossas atitudes!
Tenho dito!
Denilson Forato M.I.
RESPEITO, DISCIPLINA E ORDEM A FUNÇÃO DO 2º DIÁCONO
A palavra Respeito tem muitas acepções, prestando-se às mais diversas
aplicações. Dentre estas podemos destacar a de reverência, de receio, de
consideração, de acatamento, de fazer justiça, de tolerância, etc.
A atitude respeitosa é aquela que demonstra apreço ao nosso semelhante,
mesmo que dele discordemos frontalmente. Aquele que desrespeita perde a razão
mesmo a tendo. O respeito é a parcela de igualdade que todo ser humano tem por
obrigação demonstrar, não somente aos semelhantes, mas com toda a criação.
Aquele que respeita pode vir a ser respeitado.
O Respeito é uma daquelas atitudes humanas que se desdobram em direito e
dever: só pode exigir ser respeitado aquele que cumpre o dever de respeitar.
Por sua vez, a Disciplina é a virtude de quem, tendo livremente se
submetido a uma ordem estabelecida por normas, a ela se submete com afinco, com
presteza, com zelo. O ser disciplinado não descuida nos rumos que resolveu
trilhar e trata diariamente de reafirmar os seus propósitos, dedicando-se com
amor às atribuições que lhe foram confiadas, dando sempre o melhor de si.
A Disciplina não pode afastar, evidentemente, como decorrência do livre
arbítrio, o necessário exame da justeza das ordens e atribuições a que nos submetemos.
Toda ordem estabelecida, inclusive a espiritual, se organiza por
intermédio de leis e de competências, de tal sorte que se estabelece uma
normatização e uma Hierarquia.
A Hierarquia é uma ordem de competências que se estabelece em diversos
aspectos: a Hierarquia dos órgãos e dos cargos, por exemplo. Na maçonaria temos
a oportunidade de nos relacionarmos com estes aspectos, de vivenciarmos nos
cargos parcelas de competências e de, portanto, nos resolvermos positivamente
na relação com o poder.
Além disso, a Hierarquia também se estabelece nos diversos graus pelos
quais o maçom pode passar, tudo dependendo do seu próprio desenvolvimento. Este
aspecto é muito importante, pois nos ensina que nada nos deve ser acrescentado
que não decorra do merecimento.
Por derradeiro, é de notar que no ritual de abertura da Loja nos graus
simbólicos, o Segundo Diácono responde à Venerável Mestra que ocupa aquele
lugar à direita do Primeiro Vigilante para executar e transmitir as ordens
deste, bem como para velar por todos que tem assento nas colunas, os quais
deverão manter uma atitude de DISCIPLINA, RESPEITO e ORDEM, sendo o mesmo que
declarar que o Corpo Astral responde pelo perfeito funcionamento dos órgãos. A
palavra Respeito tem muitas acepções, prestando-se às mais diversas aplicações.
Dentre estas podemos destacar a de reverência, de receio, de consideração, de
acatamento, de fazer justiça, de tolerância, etc.
A atitude respeitosa é aquela que demonstra apreço ao nosso semelhante,
mesmo que dele discordemos frontalmente. Aquele que desrespeita perde a razão
mesmo a tendo. O respeito é a parcela de igualdade que todo ser humano tem por
obrigação demonstrar, não somente aos semelhantes, mas com toda a criação.
Aquele que respeita pode vir a ser respeitado.
O Respeito é uma daquelas atitudes humanas que se desdobram em direito e
dever: só pode exigir ser respeitado aquele que cumpre o dever de respeitar.
Por sua vez, a Disciplina é a virtude de quem, tendo livremente se
submetido a uma ordem estabelecida por normas, a ela se submete com afinco, com
presteza, com zelo. O ser disciplinado não descuida nos rumos que resolveu
trilhar e trata diariamente de reafirmar os seus propósitos, dedicando-se com
amor às atribuições que lhe foram confiadas, dando sempre o melhor de si.
A Disciplina não pode afastar, evidentemente, como decorrência do livre
arbítrio, o necessário exame da justeza das ordens e atribuições a que nos submetemos.
Toda ordem estabelecida, inclusive a espiritual, se organiza por
intermédio de leis e de competências, de tal sorte que se estabelece uma
normatização e uma Hierarquia.
A Hierarquia é uma ordem de competências que se estabelece em diversos
aspectos: a Hierarquia dos órgãos e dos cargos, por exemplo. Na maçonaria temos
a oportunidade de nos relacionarmos com estes aspectos, de vivenciarmos nos
cargos parcelas de competências e de, portanto, nos resolvermos positivamente
na relação com o poder.
Além disso, a Hierarquia também se estabelece nos diversos graus pelos
quais o maçom pode passar, tudo dependendo do seu próprio desenvolvimento. Este
aspecto é muito importante, pois nos ensina que nada nos deve ser acrescentado
que não decorra do merecimento.
Por derradeiro, é de notar que no ritual de abertura da Loja nos graus
simbólicos, o Segundo Diácono responde à Venerável Mestra que ocupa aquele
lugar à direita do Primeiro Vigilante para executar e transmitir as ordens
deste, bem como para velar por todos que tem assento nas colunas, os quais
deverão manter uma atitude de DISCIPLINA, RESPEITO e ORDEM, sendo o mesmo que
declarar que o Corpo Astral responde pelo perfeito funcionamento dos órgãos.
Saibam que uma Sessão que não há RESPEITO, DISCLIPINA E ORDEM, não pode
ser considerada como uma Sessão Justa e Perfeita pelo Ir. Orador.
Então você meu Irmão que lê essas linhas, saiba que recai sobre seus
ombros a responsabilidade de manter a Egrégora da Loja e as energias Karmáticas
e que todos os Chakras estejam alinhados, pois quando você os quebram, revertem
para você todos os ônus de sua ação e disso virá certamente a reação.
Bibliografia:
Menna Barreto,
Edgar; Manual de Instruções Maçônicas; Editora Meridional “Emma”;
Porto Alegre; 1969.
Ir. Denilson Forato – M.I. -33º - Pesquisa e Adaptação.
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