quarta-feira, 14 de abril de 2021
A Liderança e a Lealdade
sexta-feira, 2 de abril de 2021
6 - Pontos de uma Loja Maçônica.
O Ser Supremo nos ensinou que o caminho que conduz a vida do Maçom é "estreito e apertado". Eu e você provavelmente conhecemos pessoas que por motivos diversos não permaneceram nele e por vezes nos sentimos incapazes de ajudá-los no caminho de volta. São perdidos por suas próprias causas, o Ego!
sexta-feira, 5 de março de 2021
O PERFIL DE UM FALSO IRMÃO, É BÍBLICO!
.. Estamos em perigos entre falsos irmãos. - 2 Co 11:26
A senda do apóstolo Paulo, foi de aflições e perigos.
Neste texto, ele mostra uma lista de perigos que
vivenciara:
* Em perigos de rios
* Em perigos de salteadores
* Em perigos dos da minha nação
* Em perigos dos gentios
* Em perigos na cidade
* Em perigos no deserto
* Em perigos no mar
* Em perigos entre os falsos irmãos
Paulo
fala de oito tipos de perigos que provara por amor a
Cristo - Penso
como sofreu em perigos dos judeus e gentios, perseguido,
apedrejado,
preso muitas vezes...Como sofreu na voragem do mar, como
naufrago em
meio aos perigos de um mar bravio...
Mas, nenhum perigo lhe fez chorar mais e se afligir mais
do que o último que menciona:
...em perigos entre os falsos irmãos.
Observemos o perfil do falso irmão:
1. O falso irmão é um hipócrita - Nos abraça e diz que
nos ama, mas nos difama as escondidas.
2. O falso irmão é um homicida - E, veja porque é - 1 Jo
3:15, Ap 22:15
3. O falso irmão é cheio de inveja - É como Caim - Gn 4
4. O falso irmão tem o coração cheio de ódio - como os
irmãos de José
Veja três coisas que o falso irmão faz:
a) Primeira ação - Vamos matar o nosso irmão José
b) Segunda ação - Joguemos José numa cova
c) Terceira ação - Vendamos nosso irmão José
Quem
já não foi vitima de um falso irmão. Eu, mesmo trago em
meu coração, açoites, apunhaladas de falsos irmãos que muito me fizeram chorar –
E suas ações são semelhantes a dos irmãos de
José:
Primeiro - Tentam nos matar
Segundo
seguinte: Joga ele
te numa cova – e joga pá de cal
Terceiro
nas rodinhas de difamação e
calúnias. Vendem, mercadejam sem direito o
nome daquele que querem matar.
Mas o verdadeiro irmão não faz assim,
pelo contrário, nos ama, se
solidariza conosco, chora e se alegra
conosco, nos estende a mão,
disponibiliza sempre seu ombro amigo e
sempre está orando por nós.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021
O MAL DAS FOFOCAS E INTRIGAS DENTRO DE UMA LOJA MAÇÔNICA.
As Lojas maçônicas estão sempre
com suas portas abertas a todos os irmãos Regulares, se motivando a ser uma casa de código moral.
O “código moral maçônico” se baseia no respeito e tolerância às diferenças, no respeito a todas as crenças, e a todas as formas de praticar as religiões que existem no mundo.
Sem preconceito, a Maçonaria acolhe a todos os
irmãos e a todos tem uma palavra de força, de fé de conforto em seus sábios
ensinamentos a base de simbologia. Porém, as Lojas Maçônicas e os irmãos não são perfeitos, pois o material de trabalho
das Oficinas somos nós, seres humanos
que têm defeitos, manias, maus hábitos, defeitos morais e espirituais que os todos
têm de conviver, e, aos poucos, quando a
matéria permite modificações, eles as fazem de bom grado, mas sabendo que nem
tudo é passível de mudança. Só tempo é com muita paciência e boa vontade (com
uma dose de determinação e aceitação do irmão) é que as mudanças podem ocorrer.
Um dos piores defeitos morais coletivos que pode existir dentro de uma Loja Maçônica é a “fofoca”, e, com ela, as intrigas. Se existem fofocas isso demonstra que também existem inveja, ciúmes, vaidades, soberba ... Ou seja, uma série de maus modos que têm como termômetro a fofoca.
Normalmente o “irmão fofoqueiro” não faz essa prática por mal. Ele a faz por um vício que traz de casa, do convívio familiar e que não foi corrigido em tenra idade, e que acaba se tornando um vício que persegue a pessoa dentro da própria família, em suas relações pessoais, no trabalho e, infelizmente, dentro de uma Loja maçônica.
O “irmão fofoqueiro”, muitas vezes, não tem ideia do mal que acaba fazendo, pois se torna compulsivo e involuntário nas palavras (a língua acaba sendo mais rápida do que o pensamento racional e moral). Com isso acaba gerando desconforto dentro do ambiente da Loja, pois finda no jogo cruel e imoral do “jogar um irmão” contra os outro, ou outros; amigos contra amigos, irmãos contra irmãos. Ou seja, gera um caos, onde o “irmão fofoqueiro” fica olhando e se divertindo com tudo aquilo, sem dar conta do estrago que está fazendo.
Porém, como lidar para que as coisas não cheguem a um ponto extremo de ter que “enquadrar” um “irmão fofoqueiro,” de uma Loja maçônica?
Inicialmente as queixas devem ser levadas ao venerável Mestre ou ao Conselho de Mestre Instalado, para que eles possam avaliar essas queixas. Caso as mesmas sejam pertinentes, o “irmão fofoqueiro” deve ser chamado, tendo em vista que a pessoa não faz essa prática por ser ruim, mas porque tem problemas diversos (baixa estima; ciúmes inexplicáveis; é muito possessiva e não aceita dividir ou ter perdas; problemas de relacionamento em casa: esposa, pais ou filhos; é uma pessoa, muitas vezes, amarga com a vida e com as pessoas em volta dela, frustrada nos relacionamentos pessoais, nos relacionamentos familiares, no trabalho ou com sua própria aparência, etc).
Assim deve-se tem muito tato para conversar com o irmão para que ele não se sinta perseguido ou constrangido (Normalmente o “irmão fofoqueiro” e uma pessoa que se sente perseguido diante de qualquer problema, principalmente dentro daqueles que ela tenha provocado – isso é uma forma de autoproteção ou fuga do problema. Também se sente constrangido por qualquer motivo e diz, gaguejando, que não foi ele/ela colocando a culpa em outrem ou em ciúmes e invejas; chora copiosamente sozinho. No todo a conversa deve ser franca é concentrada no problema colocado e se a pessoa tem ideia do que fez, buscando-se sempre os motivos (coerentes ou não).
O “irmão fofoqueiro” deve entender que aquele tipo de prática não pode existir dentro da Loja, ficando claro que punições são cabíveis a esse tipo de prática, podendo chegar à expulsão (Código Disciplinar Maçônico).
(O Venerável Mestre e os M.I.s, também devem buscar saber o estado espiritual, psicológico e dependendo da gravidade do problema, um psicólogo, terapeuta ou mesmo um psiquiatra, deve ser recomendado).
O “irmão fofoqueiro” deve ser sempre monitorado até que os problemas sejam sanados, e o bem estar volte à comunidade maçônica como um todo.
Se as coisas são deixadas de lado, prá lá, por medos vários, elas tendem a crescer a um ponto do insuportável, onde acabamos tomando medidas ou posicionamentos extremos, onde poderíamos ter uma ação mais preventiva ou pró-ativa para evitar ou sanar os problemas.
E por falar em Fofoca ou Maledicência gostaria de esclarecer que é o ato de falar mal das pessoas. Definição bem amena para um dos maiores flagelos da Humanidade. Mais terrível do que uma agressão física. Muito mais do que o corpo, fere a dignidade humana, conspurca reputações, destrói existências. Mais insidiosa do que uma epidemia, na forma de boato – eu “ouvi dizer” – alastra-se como rastilho de pólvora. Arma perigosa, está ao alcance de qualquer pessoa, em qualquer idade, e é muito fácil usá-la: basta ter um pouco de maldade no coração.
Toda pessoa não suficientemente realizada em si mesma tem a instintiva tendência de falar mal dos outros. Diminuir o valor dos outros dá ao maledicente a grata ilusão de aumentar o próprio valor. A imensa maioria dos homens não está em condições de medir o seu valor por si mesma. Necessita medir o seu próprio valor pelo desvalio dos outros. Esses homens julgam necessário apagar as luzes alheias a fim de fazerem brilhar mais intensamente a sua própria luz. São como vaga-lumes que não podem luzir senão por entre as trevas da noite, porque a luz das suas lanternas fosfóreas é muito fraca.
Tribunal corrupto, nele o réu está, invariavelmente, ausente. É acusado, julgado e condenado, sem direito de defesa, sem contestação, sem misericórdia.
De todos os males que afligem uma Loja maçônica, o pior de todos é a maledicência, popularmente conhecida como fofoca.
Embora possam parecer inofensivos, esses comentários de canto de boca acabam prejudicando a todos e principalmente a Egrégora, que fica totalmente enfraquecida.
A fofoca é sempre negativa. Não existe fofoca boa. Quase sempre ela é motivada pela inveja. Ela rouba a energia, tempo e o axé do terreiro, conquistado com tanto sacrifício.
É usada geralmente pelas pessoas mal sucedidas na vida, seja no campo
material ou no espiritual. A pessoa de sucesso não está preocupada em criticar
os outros. Esta focada na realização e não na opinião.
Não é só na Maçonaria que ela está presente. Está presente em todas as
outras religiões. E também em outros setores da vida social: no trabalho, na
escola, na família, etc.
Os estragos que ela trás podem ser irrecuperáveis, por isso é obrigação
de todos cuidar para que ela acebe ou pelo menos seja minimizada.
O primeiro passo, se você não quer ser alvo disso, é abster-se de emitir comentários a respeito de outras pessoas. É a tal história: se cada um fizer a sua parte.
Mas não temos como controlar a língua do outro. Mas nem por isso devemos
retransmitir o que eles pensam. Assim sendo, evite de se prestar ao trabalho de
"mensageiro de fofocas": se ouviu, entra por um ouvido e sai pelo
outro, ou seja, esqueça!
Deixo por isso um pequeno trecho de uma história passada com o conhecido Filosofo Sócrates:
As três Peneiras
A história que passamos abaixo é de um dos homens mais cultuados pela
humanidade desde que deixou o planeta. A sabedoria é milenar e nós como eternos
aprendizes concordamos com essa sabedoria e seus compiladores, que para os Guerreiros
da Luz, são os ILUMINADOS
Um rapaz procurou Sócrates e disse que precisava contar-lhe algo.
Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- O que você vai me contar já passou pelas três peneiras?
- Três peneiras?
- Sim. A primeira peneira é a VERDADE. O que você quer contar dos outros
é um fato? Caso tenha ouvido contar, a coisa deve morrer aí mesmo. Suponhamos
então que seja verdade.
Deve então passar pela segunda peneira: a BONDADE. O que você vai contar
é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir o caminho, a fama do próximo?
Se o que você quer contar é verdade e é coisa boa, deverá passar pela
terceira peneira: a NECESSIDADE. Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a
comunidade? Pode melhorar o planeta e, arremata Sócrates:
-Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, você e seu irmão nos
beneficiaremos. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos
para envenenar o ambiente e levar discórdia entre irmãos, colegas do planeta.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz.
Não esqueça!
PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS!
PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS!
PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS!
(SÓCRATES)
Ir.'. Denilson Forato M.I.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
A MAÇONARIA ESTÁ FICANDO LÍQUIDA
“Vivemos em tempos líquidos.
Nada foi feito para durar”. Essa é uma das frases mais famosas do sociólogo
polonês Zygmunt Bauman, falecido em janeiro de 2017, aos 91 anos.
Meus irmãos, estudando a
filosofia de Bauman, pude refletir e analisar que estamos caminhando para uma “Maçonaria
Líquida.”
Muito perguntarão, como
assim?
A modernidade imediata do
século 21 é “líquida” e “veloz”, mais dinâmica que a modernidade “sólida” que
suplantou no século 20. A passagem de uma a outra acarretou profundas mudanças
em todos os aspectos da vida humana. A modernidade líquida seria "um mundo
repleto de sinais confusos, propenso a mudar com rapidez e de forma
imprevisível, ou seja, nada mais está sólido, tudo está se esvaindo pelos
dedos.
Não muito antigamente, os
irmãos eram mais estruturados, fortes, as iniciações eram feitas de forma
parcimoniosa, levava mais tempo, havia uma questão da qualidade do escolhido,
tudo era seguido conforme as regras, e quando iniciado o novo irmão, seguia seu
caminho firme e forte.
Hoje, com o advento da internet,
sites, redes sociais, tem Potências maçônicas, que possuem em seus sites, botões
“seja maçom”, onde o profano se inscreve para ser Maçom, seu processo segue, e
por fim “vira Maçom”, sem padrinho e sem passar por alguns caminhos que todos
nós passamos. Tornou-se mais “líquido”.
Na Maçonaria contemporânea
emergem o individualismo, a fluidez e a efemeridade das relações. Se a busca da
felicidade se torna estritamente individual, criamos uma ansiedade para tê-la,
pois acreditamos que ela só depende de nós mesmos. Somos impulsionados pelo
desejo, um querer constante que busca novas formas de realizações, aventais,
comendas, experiências e valores. O prazer é algo desejado e como ele é uma
sensação passageira, requer um estímulo contínuo, pois a graça acaba, quando
não há recompensas a altura.
Na
Maçonaria líquida, os vínculos humanos
têm a chance de serem rompidos a qualquer momento, causando uma disposição ao
isolamento social, onde um grande número de irmãos escolhe vivenciar uma rotina
solitária. Isso também enfraquece a solidariedade e estimula a insensibilidade
em relação ao sofrimento do outro.
As desigualdades sociais
aumentaram. Ao mesmo tempo em que se aumentam as incertezas, os indivíduos
devem lutar para se inserir numa sociedade cada vez mais desigual econômica e
socialmente. Os empregos estão mais instáveis e a maioria das pessoas não pode
planejar seu futuro muito tempo adiante. Portanto o papel da Maçonaria, não é
cuidar de azilos,creches, escolas e campanhas sociais, deixe isso para as
igrejas e outras entidades, o papel da Maçonaria é politica é assertiva, não a
politica partidária, mas sim a política de ações.
A Maçonaria deve cobrar das
autoridades investidas, estar presentes em todos os setores de poder, comissões
municipais, partidos políticos, conselhos regionais de classes, associações e
sindicatos.
Ai sim, não seremos líquidos,
e sim sólidos, fortes e atuantes. Pois os Irmãos precisam disso, e a família
maçônica precisa de um futuro melhor, e nós podemos fazer isso.
Tenho dito.
Denilson Forato, M.I.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
Qual sua opinão? Maçonaria via Internet.
Eu pessoalmente, não concordo. Sou conservador!
O QUE MUDARÁ NA MAÇONARIA APÓS PANDEMIA?
Fraternalmente
