terça-feira, 15 de dezembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Nossa Loja Maçônica
A Loja Maçônica não é só um lugar e sim as pessoas,
Não um aprisco e sim um rebanho,
Não é só um edifício sagrado e sim uma reunião de Irmãos
que creem no G.’.A.’.D.’.U.’. e estão reunidos para o “bem”.
Uma estrutura de tijolos ou mármore não é, para uma Loja,
mais do que uma roupa de tecido ou cetim para uma pessoa.
mais do que uma roupa de tecido ou cetim para uma pessoa.
Não há nada sagrado neste mundo a não ser o homem,
nenhum santuário do G.’.A.’.D.’.U.’. a não ser a alma.
nenhum santuário do G.’.A.’.D.’.U.’. a não ser a alma.
E nenhum Juíz, a não ser os frutos da ação e reação.
Denilson Forato
Fomos escolhidos e enviados pelo G.’.A.’.D.’.U.’. para semear a Sua Boa Ação, para levar conforto e paz, para mostrar que nem tudo está perdido. A s instruções em Loja tem poder, os debates que fazemos podem transformar vidas e lares dos Irmãos, pode mudar uma situação, pode iluminar uma cidade às escuras. A presença da Egrégora em um lugar faz toda a diferença.
Os holofotes enganosos do mundo profano são apagados e em seu lugar se acende o brilho da presença do G.’.A.’.D.’.U.’.; Às vezes nos preocupamos em construir Templos suntuosos, paredes de pedras, interiores de granito e tudo o mais que, julgamos, farão de nossa "Loja" um lugar de grande beleza e atrativo. Mas o que precisa ser bonita é a verdadeira Loja: a que está no interior, participando, trabalhando e evoluindo, desejando o bem das pessoas e de toda a nação. A Loja mais bela que podemos ter é um grupo de Irmãos valorosos, honesto, de mãos limpas, coração puro, com muito amor pelos que estão ao redor. Você se vangloria de pertencer a uma Loja bonita, Potência X ou Y, ou glorifica ao G.’.A.’.D.’.U.’. por estar em uma “Lojinha”, mas com bons e verdadeiros Maçons?
Fica a dica.
Pense antes de responder.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Sois mesmo, Maçom? Tenho dúvidas!
Ser um iniciado não significa ser um maçom, há quem passe uma vida inteira na maçonaria sem conseguir ser um maçom. Ser iniciado, na maçonaria, é assumir o dever de procurar dimensionar e viver uma nova situação social mais humana e progressista, que leve o planeta a uma melhor condição de vida, ser justo e perfeito na condução desse dever, estando todo o tempo voltado para sua lapidação interior e para o melhor aperfeiçoamento do ser humano universal. Estar na maçonaria, ser um iniciado, é de imediato absorver e se adequar as seguinte condições básicas:
1. ser honesto
2. ser sincero
3. ser fiel
4. ser patriota
5. ser justo
6. ser trabalhador
7. ser organizado
8. ser estudioso
9. ser um líder
Isso é ser um iniciado, é condição primária para estar na maçonaria. Ser maçom é outra coisa.
Ser maçom envolve além disso tudo, uma condição espiritual e filosófica onde ainda vem-se a somar:
10. ser fraterno
11. ser tolerante
12. ser apaziguador
13. ser caridoso
14. ser humilde
15. ser compreensivo
16. ser generoso
17. ser educado
18. ser justo
19. ser verdadeiro
20. ser um bom exemplo
Esses 20 ingredientes juntos, misturados em proporção social adequada , é que formam a argamassa que molda os verdadeiros maçons.
O maçom verdadeiro, é um ser humano especial, diferenciado das outras pessoas, com o dever de melhorar e modificar a humanidade através de seu bom exemplo. O maçom verdadeiro tem que ser virtuoso e obstinado em sua missão de melhorar o mundo através da melhoria do ser humano e não deve nunca, por convicção, desistir ou se afastar desse objetivo.
Vamos ver sobre você que me lê agora e que está como membro integrante das hostes maçônicas. Farei algumas perguntas terríveis a se responder, vamos lá:
- já mentiu de forma caluniosa sobre algum irmão?
- já quebrou a palavra empenhada a algum irmão?
- já conspirou contra algum irmão ou contra a sua Loja? seu Oriente?
- já ajudou o irmão ou a Loja ou a maçonaria em interesse próprio?
- já enganou algum irmão de forma matreira e/ou maliciosa?
- já boicotou o trabalho de algum irmão ou da sua Loja?
- já foi perdulário com seu irmão ou com sua Loja?
- já colocou a mão vazia no saco de beneficência tendo metais na carteira?
- já prejulgou seu irmão, sua Loja ou seu Oriente?
- Já ficou de olho nos bens do irmão, de forma invejosa?
- Já ficou com desejos profanos nas cunhadas e sobrinhas?
- Já comentou algo sigiloso em Loja, para outros ouvidos proibidos?
- Já deu golpes em irmãos, em nome da maçonaria?
- Já abraçou irmãos, de forma hipócrita e sem vontade?
- Já visitou uma Loja por obrigação e sem a maior vontade de estar lá?
- Já deixou de perdoar um irmão, que errou e se retratou?
- Já mentiu para a cunhada, dizendo que iria na Loja e foi para outros lugares?
- Já teve preconceito com outro irmão, devido a cor do avental ou rito praticado?
- Já indicou profanos na Ordem, por interesse pessoal?
Se eu nominar mais coisas teremos "n" páginas. Ficamos com essas por enquanto!
Maçom é mais que Iniciado, como já mencionei antes, maçom é uma condição espiritual e filosófica, onde a pureza da sua alma, das suas atitudes e dos seus sentimentos, são condições primordiais para sua existência como maçom e para a existência da verdadeira maçonaria. Maçonaria é código de postura.
Após a leitura desse texto, reflita sobre o conteúdo de sua vida maçônica: quem foi você esse tempo todo?, o que está sendo você nesse momento?, . . .
Tenho dito!
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Lixeiros e Mercadores de Ilusões
O maçom "corporativo" age como lixeiro na Maçonaria, só que de maneira inversa ao do valoroso funcionário do serviço público de limpeza, que cuida do asseio de nossas ruas. Toda a porcaria que consegue catar no esterco místico da sociedade ele traz para dentro da sua loja para fortalecer suas arengas, conquistar sequazes, e gente com quem compartilhar suas fantasias excêntricas, lembrai-vos do "homem da bola de cristal" e dos "J". Se a loja dispõe de algo de bom, ele logo a transforma em depósito de lixo, em uma réplica quase idêntica da que possui em casa, entulhando-a com o nada de qualidade para evolução. E sim, só negócios!
Por fanatismo, ganância, inocência, ou mesmo princípio de loucura, nosso personagem assim age porque julga ser uma criatura especial, um verdadeiro “iniciado”, um iluminado com missão divina na Terra, que vê Salomão no trono e Hiram fazendo colunas de bronze, ou quando visita as Lojas como um mercador de mazelas e misérias, quando na verdade não passa de um desequilibrado emocional, de um visionário movido por “delírios de poder”, de um infeliz que nutre certo desprezo pela vida na Terra e pelos seus irmãos que lhe deram a Luz. Seu comportamento , contrário ao regulamento, compromete o maior tesouro que a Maçonaria “ainda” possui, único no planeta, que é o de poder reunir, sob um mesmo teto, irmãos em corrente positiva da Egrégora.
Ao lado desse irmão não poderia faltar, é claro, o onipresente mercador de ilusões, o maçom falsário que vive com ele em permanente estado de simbiose, que lucra com a sua credulidade. Este embusteiro começa a sua carreira na Maçonaria construindo pacientemente uma auréola mística em torno de si, de "bom maçom", deixando transparecer aos desavisados ser um homem sábio e virtuoso, de ser o “conhecedor da verdadeira Maçonaria”. Sua única intenção é mais tarde colocar à venda no mercado as porcarias que oferecerá aos Irmãos por meio de grupos e associações. Mais do que lixeiro, o mercador de ilusões atua na Maçonaria da mesma forma que o proxeneta (procurem no dicionário). Não há nada que fique a salvo de suas prostituições: nossa filosofia maçônica de vida, nossa amizade,nossos símbolos, nossas reuniões, nossas conversas em grupos fechado,nossas alegorias, nossas comemorações, nossos banquetes e, lamentavelmente, nossos irmãos mais novos (aprendizes) e de outras Lojas. Esses são as suas maiores vítimas, pois enquanto não adquirem resistência intelectual e conhecimentos maçônicos suficientes para rechaçarem as suas imposturas (alguns não adquirem nunca!), eles as assumem como verdades sublimes e, o que é pior, passam a apregoá-las por toda parte como tais, inclusive no mundo profano, expondo nossa instituição ao ridículo (pasmem). Em tudo esse defraudador põe o seu dedo ruinoso para corromper e mistificar, jamais se lembrando, porém, de usá-lo para ressaltar o real, simples, mas magnânimo propósito de nossas alegorias, QUE É O DE FAZER COM QUE O MAÇOM (pedreiro por definição) JAMAIS SE ESQUEÇA DO SEU PAPEL DE CONSTRUTOR SOCIAL. E BANAM ESSES PROFANOS DE AVENTAL DE SEU MEIO!
Com o tempo, a palavra dele vai adquirindo ares de autoridade e os erros que dissemina nas calamidades que escreve,fala,dissemina passam a triunfar sobre a verdade. E os verdadeiros Maçons, passam por maus,por ruins e outros predicados.
Então cuidado! Pois todo cuidado é pouco!
Tenho dito!
O perigo da fala e mensagens nas redes sociais
A prática da Maçonaria Especulativa ensina que o debate é
essencial, tanto em Loja quanto nas redes sociais ou círculos de estudos
presenciais ou online. Ademais, leituras de
instruções e textos em Loja não agregam valor se não são sucedidos de
reflexões. E a participação, em qualquer dos fóruns acima citados, deve se
transcorrer observando-se o que está sendo dito e não quem o diz, pois esta se
dá no nível de igualdade entre os participantes, valendo as diferenças
culturais apenas como tempero e enriquecimento, respeitados os valores de cada
um. A somatória das experiências individuais, os saberes e os conhecimentos
obtidos pelo compartilhamento dos demais, forma um patrimônio cultural que
beneficia a todos.
Ocorre que, não obstante
esse entendimento ser um norte da Maçonaria, e apesar de vacinados contra a
“ditadura do pensamento”, rotulagens e o patrulhamento, vez por outra caímos na
cilada da fala passional, acompanhando uma opinião mais incisiva sobre
determinado assunto, como o ocorrido recentemente no WhatsApp da nossa Loja em
grupo restrito,causou furor, levando o “autor”, num primeiro momento, a ter que
se retratar e sofrer as sanções negativa
de tal “conversa”. Passado o frisson e serenados os ânimos, o grupo voltou ao
seu merecido lugar, para que possa ser lido e avaliado por todos, mas com uma
cicatriz de 1m com no mínimo 1000 pontos.
Para não fugir ao
lugar-comum, quando a discussão envolve censura, o não falar que se pensa, de maneira
didática e objetiva em um grupo, e-mail, texto, blog, etc., inevitavelmente somos remetidos aos
lamentáveis registros históricos de queima de papiros, destruição de
bibliotecas, além de situações ainda mais gravosas como a queima de livros
e de seus autores, tão covardemente praticados por ocasião da Inquisição. São
famosas as sessões de queima de livros promovidas pelo regime nazista. Isto
chama-se “cerceamento”.
Em nosso meio, cabe-nos
refletir frente a esses acontecimentos sobre a nossa real certeza quanto à
valorização da dialética, da arte do diálogo, como instrumento que viabilize
discussões que contrariem entendimentos arraigados, permitindo que a força da
argumentação inteligente, fundada na pesquisa e no estudo, produza novas ideias,
amparada pela igualdade e liberdade de pensamento. Importa ressaltar que o
verdadeiro Iniciado tem perfeito domínio do que pode ser discutido, em que
nível e com quais públicos, respeitados os postulados da Ordem.
Com relação aos chamados
reacionários, que não medem esforços em julgar a tudo que venha de encontro à
suas idiossincrasias, e pouco ou quase nada agregam, por vezes desagregam, mas
que se destacam apenas e tão somente pela dimensão da arrogância e da vaidade,
não devemos gastar mais que algumas linhas e desejar-lhes que sejam felizes e
avaliem a possibilidade de retornar ao primeiro grau e que procurem seguir com
seriedade as instruções que não foram assimiladas na sua plenitude.
“Na essência somos iguais, nas diferenças nos
respeitamos”
( Santo Agostinho)
“Reaja com inteligência, mesmo
que o ataque não seja inteligente”
(atribuído a Lao-Tsé, na obra
“Tao-Te King”).
“A situação é bem clara, cuidado com o que se fala, como se fala, para quem se fala, do jeito que se fala, onde se fala, para não ser interpretado de forma errada e ter que pagar caro, por tal ato”
(Denilson Forato)
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Por quê um maçom deixa de frequentar a sua Loja?
Os Maçons, via de regra, deixam de frequentar a Loja, pelas seguintes causas:
1 - Inadaptação ao meio maçônico;
2 - Transferência de residência para outra cidade (Oriente);
3 - Doença prolongada ou falecimento;
4 - Desinteresse motivado por:
a - Rotina;
b - Austeridade excessiva;
c - Discriminação;
d - Influência negativa dos familiares;
e - Ausência nos eventos maçônicos;
f - ostentação;
g – Melindres.
1. ROTINA
A Loja não se atualiza com o progresso, em todas as latitudes:
1.1 - Falta de programação;
1.2 - Desleixo para com o horário das sessões;
1.3 - Sessões prolongadas (espaçosas), sem justa causa;
1.4 - Discussões inúteis;
1.5 - Lamentações e críticas destrutivas;
1.6 - Ausência de um Plano de Ação exequível;
1.7 - Falta de planejamento, quanto a orçamento, ocasionando frequentes "facadas", além da mensalidade e outros tributos já existentes, para finalidades diversas, como rifas, etc.
2. AUSTERIDADE EXCESSIVA
2.1. Sessões por demais formais e protocolares, onde os mais tímidos se sentem inibidos de participar.
3. FALTA DE INFORMACÃO E DE INSTRUCÃO MACÔNICA
3.1. Desconhecimento do que vai pelo País e pelo Mundo em matéria de Maçonaria;
3.2. Desconhecimento do Ritual, da Constituição da Potência (GOP) e legislação complementar como Regimento Normativo e outros;
3.3. Desinteresse pela literatura maçônica e pelas instruções inspiradoras, durante o Tempo de estudos, que incutem nos Irmãos, a médio e longo prazo, o verdadeiro amor pela Ordem.
4. DISCRIMINAÇÃO
4.1. Atenção por parte dos dirigentes da Loja para com alguns, em detrimento de outros, não só em termos de Loja como também em relação às famílias, principalmente nos momentos de infortúnio, quando a solidariedade se fez mais necessária;
4.2. Formação de grupinhos que geram facções e dificultam o entrosamento e a interação dos novos Irmãos.
5. INFLUÊNCIA NEGATIVA DE FAMILIARES
5.1. Esposa e filhos não simpatizante com a Ordem, concorrendo para desestímulo do Irmão;
5.2. Quando não,filhos ou filhas que fazem dos avós babás dos netos, enquanto frequentam diversões, esquecidos de que a oportunidade dos velhos passa e não volta mais. Ai o Irmão idoso, não pode ir à Loja.
6. AUSÊNCIA NOS EVENTOS MAÇÔNICOS
6.1. Ausência às conferências maçônicas, onde se aprende Maçonaria, recebem-se estímulos, reveem-se velhos amigos e fazem-se novas amizades;
6.2. Falta de visitas a outras Lojas, para transmitir, receber ou permutar conhecimentos maçônicos.
7. FALTA DE FREQUÊNCIA
7.1. Sinal evidente de que o Irmão não se integrou à Maçonaria. Quanto mais falta, mais vontade tem de faltar às sessões, perdendo, consequentemente, o vínculo com os Irmãos ao desatualizar-se com o que se passa na Loja e atrasar-se com a Tesouraria (...).
8. OSTENTAÇÃO
8.1. Uso indevido do ambiente maçônico para esnobismo, posição social, riqueza e promoção pessoal;
8.2. Pompas e gastos supérfluos nos encontros maçônicos, dentro e fora das Lojas, conflitantes com a pobreza que ronda as nossas comunidades.
9. MELINDRES
9.1. Suscetibilidade excessiva ou simplesmente complexo de inferioridade ao colocar o indivíduo aquém daqueles que sobrepujam os pequenos conflitos e elevam a Maçonaria acima dos erros inerentes à pessoa humana.
"O verdadeiro Maçom é aquele que, não abandona o desafio por motivos fúteis, pelo contrário, é sempre o primeiro a sorrir, o primeiro a estender a mão, o primeiro a perdoar!".
Meus Irmãos, reflitam!
TFA
Ir. Denilson Forato
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