quarta-feira, 28 de junho de 2017

Geração Z um bando de infelizes e mal educados


ORIGEM DO PROBLEMA

 Fui criado por pais que tiveram que ralar duro por sua independência financeira, trabalharam em empregos que não gostavam para ter o mínimo para viver e proporcionar aos filhos. Grande parte dessa geração Baby Boomers (x) = TV (que surgiu a partir da década de 50) tinham como estilo a busca por uma segurança econômica, priorizando carreiras seguras, estabilidade financeira e profissional. Se trabalhassem duro, atingiriam os objetivos traçados. Sem muitas oportunidades para sonhar, suas aspirações foram empurradas para as próximas gerações. Eu faço parte da geração Yuppies (ou simplesmente geração Y= PC), surgiu anos 70 até meados dos 80. Acompanhei os maiores avanços tecnológicos e também a quebra de paradigmas do mercado de trabalho. Fazemos diversas coisas ao mesmo tempo e desejamos novas experiências. Enquanto a geração anterior procurava estabilidade e equilíbrio, a nossa quer movimento e inovação. Somos a geração híbrida,muito estudos,nerds que teve que conviver com a transição do analógico para o digital.

Mas foi entre os jovens nascidos no final dos anos 80 e meados de 90 que a coisa toda desandou. A geração   Z  = Smartphone, nasceu sob o advento da internet, do boom tecnológico e para eles estas maravilhas da pós-modernidade não são nada estranháveis. Videogames super modernos, computadores cada vez mais velozes e avanços tecnológicos inimagináveis há 25 anos atrás. Com um comportamento extremamente individualista e, de certa forma, antissocial. Os valores familiares pregados pela Geração Baby Boomer (x), seguidos pela (Y), já não são válidos (conversar com os pais, sentar-se à mesa, etc). O contato virtual sobrepõe o mundo real. Esta também é chamada de Geração Silenciosa, pelo fato de estarem sempre de fones de ouvido (seja em ônibus, universidades, em casa…), escutarem pouco e falarem menos ainda – pode ser definida como aquela que tende ao egocentrismo, preocupando-se somente consigo mesmo na maioria das vezes. É sobre membros desta geração que gostaria de falar…

* ELES SÃO PROTAGONISTAS DE TUDO (QUEREM IR NA JANELINHA)
* ELES NÃO APRENDERAM A OUVIR NÃO, SÓ SIM!
* PESSOAS QUE NÃO SABEM O QUE É PERDER E RECOMEÇAR.
* EU SOU MAIS ESPECIAL QUE OS OUTROS, EU SOU MAIS EU! I´M THE BEST FU...THE REST - EGOISTAS

UMA GERAÇÃO INFELIZ Membros da geração Z tiveram a sensação de possibilidade ilimitada. Ao invés do conforto das possibilidades proporcionarem uma vida melhor, isso deixou-os sentir-se tremendamente esperançosos sobre as decisões da vida adulta, sua carreira, até o ponto em que os objetivos de um céu de brigadeiro de prosperidade segura que seus pais tanto apontavam não vieram. Esta equação entre poder tudo e ser especial tinha criado um problema demasiadamente grande a se revolver nesta geração: a infelicidade. Tudo isso por uma simples fórmula:

Felicidade = Realidade – Expectativas

A coisa funciona de uma maneira bastante simples. Quando a realidade da vida de alguém é melhor do que eles esperavam, ele fica feliz. Quando a realidade acaba por ser pior do que as expectativas, torna-se infeliz. Isto leva a outros atributos da geração Z.

  
UMA GERAÇÃO QUE NÃO CONSEGUE TER FOCO NA VIDA

Com a internet, você pode aprender qualquer coisa a qualquer hora, basta ver um tutorial, passar 10 minutos na frente do seu monitor e voilá, tornou-se um especialista no assunto. Você não tem tempo (nem saco) para dedicar-se em uma coisa só, por um longo período. Logo, abandona. Da mesma forma como o conhecimento vem de maneira rápida, ele esvazia-se no mesmo instante. Você até aprende a fazer de tudo um pouco, mas estas pílulas de conhecimento não criarão raízes e deixarão profundidade em você. O resultado é que você não conseguirá ser realmente foda em nada se não se especializar. A falta de foco e o fato de fazerem tudo ao mesmo tempo cria várias lacunas na geração Z.

UMA GERAÇÃO ONDE TODOS SÃO BEM SUCEDIDOS E FELIZES, O MUNDO DO FACEBOOK.

As redes sociais (facebook, twitter, instagram, snapchat, etc) criaram um precipício entre a realidade do nosso cotidiano e aquilo que queremos passar para as outras pessoas. Basta dar uma zapeada nelas e você verá fotos bonitas, ambientes perfeitos, pessoas extremamente inteligentes (e frases fodas), uma galera feliz, vivendo coisas fantásticas.

Quando o espectador observa estas imagens, cria um choque de realidade com sua vida comum, chata e simplória. A grama do vizinho sempre é a mais verde, os momentos que seus amigos passam são sempre os melhores. Não adianta o que faça, sua vida sempre será mais ‘PRA BAIXO’ do que a dos colegas que compartilharam aquela foto chic no Instagram. 
E as roupas? Os tênis? Os celulares? Os carros?As casas? E assim vai!

Para mudar este jogo, existem algumas coisas que membros da geração Z precisam aprender.

* O SUCESSO NÃO VEM RÁPIDO, LEVA ANOS E MUITO ESFORÇO E RELACIONAMENTO HUMANO
* ACEITE CRÍTICAS, APRENDA A LIDAR COM A FRUSTRAÇÃO, COM AS DERROTAS DA VIDA
* VEJA SE VOCÊ TEM SENSO DE GRANDEZA? VOCÊ É O “CARA”? É MESMO?? COM 20 E POUCOS ANOS?
* MANTENHA SUA AMBIÇÃO DE JOVEM  E FOCO NO SUCESSO, ESTUDE E APRENDA PRIMEIRO
* VOCÊ NÃO É ESPECIAL (AINDA) – ATÉ TONNY STARK – FEZ SUCESSO COM 40 ANOS! (IRON MAN)
* A GRAMA DO VIZINHO NÃO É TÃO VERDE QUANTO VOCÊ PENSA (TIRA O OLHO DO QUE É DO OUTRO)
* A VIDA VIRTUAL, NADA TEM HAVER COM A VIDA “ REAL” – LEMBRE-SE QUE NOS FILMES USAM CROMAQUI.

Se trabalharmos esses pontos, de forma séria teremos menos jovens viciados em drogas lícitas, ilícitas, tecnologias, frustrados, mal educados, bananas, inúteis e serão gente de carne e osso.

MAS SAIBA DE UMA COISA

A culpa é nossa, pois não queremos nossos filhos e parentes sofrendo, oque muitos de nós sofremos no passado.
Mas, todo crescimento é doloroso, todo aprendizado requer suor e lágrimas.
Deixemos cair,ralar os joelhos e levantarem, pois vale mais a dor de um joelho ralado, do que a dor de um coração partido dos pais, ou até coisa pior.

Reflitamos meus Irmãos.

TFA


Ir. Denilson Forato M.I.

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Como o G.’.A.’.D.’.U.’. vê quem trata o Irmão de forma ruim.


O orgulho é um dos assuntos mais proeminentes do Livro da Lei (há quem não leia), que utiliza pelo menos 17 palavras diferentes (e incontáveis variações) para descrever esse mal espiritual.

Infelizmente, a perspectiva de muitos Maçons sobre a soberba é tão superficial, que os faz ignorar que, na própria vida deles, esse sentimento esteja presente. Eles podem facilmente identificá-lo em estrelas arrogantes de cinema, ricos esnobes, personalidades egoístas dos esportes, ou ainda em colegas de trabalho verbalmente agressivos. Mas pergunte aos Maçons de carteirinha se eles têm lutado para não serem orgulhosos, e a negação de muitos virá rapidamente: “ah, não! Eu não!”

Humilhar-se, rebaixar-se pode parecer um sinal de fraqueza e dependendo das orientações que você anda ouvindo, você pode estar sendo muito tentando a NÃO se rebaixar em seus relacionamentos com os outros, mas segundo os conselhos de Pedro o Apóstolo uma forma de se humilhar Ao G.’.A.’.D.’.U.’. ( DEUS), é se sujeitar aos irmãos. Não, não é se sujeitar apenas aos líderes, aos Venráveis Mestres, aos M.I.s, ou autoridades; mas sujeitar-se a QUALQUER OUTRO IRMÃO, independente de grau e cor de avental.

O respeito ao valor de cada pessoa humana, o reconhecimento de quem o homem é aos olhos de Deus, nos faz enxergar as coisas de forma diferente. Quando curvamos nossa cabeça para respeitosamente ouvir as perspectivas do outro, estamos sendo servos obedientes do Todo Poderoso, que nos deu a ordem de amar, respeitar e nos sujeitarmos aos outros Irmãos.

Amar e respeitar com sinceridade os Irmãos, é a mais verdadeira expressão de obediência aos ensinamentos Maçônicos.

Dói-me, no coração, quando um Irmão me conta alguma história, de decepções com Irmãos, devido a comportamento soberbo e orgulhoso. Isso mostra que a Loja do Irmão é péssima e que não há instrução ou  que o Irmão soberbo, já atingiu o ponto máximo do conhecimento, iluminação e acho que já está fazendo hora extra nesse mundo, já é santo.
Então digo a todos, sejamos humildes, sejamos irmãos de verdade, sem soberba ou frescura, somos como a corda de 81 nós, unidos pelo universo. Devemos olhar o irmão com carinho, e em suas dificuldades, seja de saúde,finanças,trabalho, que seja; ajudar e não comparar ou tirar presunções apressadas.

Não trate seu irmão pelo carro que tem, pela roupa que veste, pela posição social. Trate-o como “seu Irmão” – pois assim ele o é, querendo ou não. Faça pontes de amizade e não muros de defesa.

Ajude hoje, pois você não sabe o dia de amanhã!
A vida se desfaz com um sopro!
E o G.'.A.'.D.'.U não vê com bons olhos, Irmãos soberbos! Pense nisso!


Denilson Forato-M.I. 

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Palestra: A Kabbalah e os deuses de todas as religiões.

Parabéns aos Irmãos : 
Artur da Costa Sanfins,Bruno de Oliveira, Carlos A.Pereira e Renato.R.da Silva.
Que compareceram em Ribeirão Pires e Sessão Magna de Palestra, representando a nossa Loja.

A Adm. Agradeçe.












quinta-feira, 25 de maio de 2017

O QUE É CABALA? O QUE ELA TEM COM A MAÇONARIA?





O que é Cabala?

Cabala é o esoterismo judaico. Existe o esotérico e o exotérico. O exotérico é o conhecimento ensinado ao povo, enquanto o esotérico é o conhecimento oculto no exotérico, restrito aos escolhidos, aos iniciados.

Trata-se de um sistema de simbologia e numerologia de origem judaica que teoricamente serve para desvendar os segredos ocultos na Torá.

Apesar dos cabalistas acreditarem que a Cabala foi transmitida pelo próprio Deus a Moisés, vários historiadores concordam que sua origem é nórdica, baseada na lenda de Odin. Por coincidência, a Capela de Roslin, considerada por muitos como um verdadeiro Templo Maçônico do século XV, possui a lenda de Odin com sua árvore sagrada ilustrada na chamada “Coluna do Aprendiz”.

O alfabeto hebraico possui 22 letras, enquanto a Cabala possui 22 caminhos que ligam às 10 esferas (sefirás) que formam sua estrutura, comumente chamada de “árvore da vida”. A árvore da vida é de uma certa maneira formada por triângulos, quadrados e círculos, três formas geométricas muito comuns na Maçonaria.

Qual sua relação com a Maçonaria?

Muitos são os trabalhos, estudos e livros relacionando a Cabala com a Maçonaria, alguns chegam a inventar que existe a Cabala Operativa e a Cabala Especulativa, para aproximá-la ainda mais das raízes da Maçonaria. Porém, nenhum autor faz o favor de citar um fato ou documento histórico que liga a Cabala à Maçonaria ou mostrar onde há Cabala na Maçonaria. Tudo é muito vago ou, como alguns preferem, está tudo “oculto”, “entre linhas”.

A verdade é que a Cabala se popularizou entre os intelectuais do século XVIII e XIX. E se poderiam haver ensinamentos ocultos na Torah, muitos acreditavam que também poderia haver na Bíblia, nos rituais antigos, etc. A busca pelo oculto se tornou obsessão para a classe intelectual dessa época, aproveitando a onda de decadência da Igreja e das Monarquias e o fortalecimento da massa crítica da sociedade. Nessa época, Maçonaria era moda na Europa e várias outras sociedades secretas brotavam nas cidades, prometendo conhecimento oculto. Somente na Maçonaria Francesa, mais de 1.000 graus maçônicos surgiram dentro de dezenas de Ritos, todos com supostas origens honrosas como Egito Antigo, Palestina, Templários, celtas, Antiga Grécia e outras. O conteúdo e costumes nascidos da Maçonaria Operativa tentavam sobreviver em meio a essa avalanche de novas histórias, crenças, símbolos e práticas, todas novas, mas se auto-intitulando como “antigas”.

Os “criadores” dos Ritos e rituais chamados “Superiores” necessitavam de conteúdo para criar tantos graus. Ora, a Maçonaria sempre teve uma relação com o Templo de Salomão, com uma Palavra Perdida. Não há misticismo mais próximo disso do que a Cabala, a moda do momento! A origem judaica e a busca por um conhecimento que se perdeu nas brumas do tempo e pode estar oculto é um prato cheio para aqueles sedentos por conteúdo para enxertar na criação de dezenas de novos graus de um sistema.

Dessa forma, a Cabala foi introduzida na Maçonaria quando da criação dos Ritos Maçônicos, entre eles, o Rito de Heredom, sistema de 25 graus, que deu origem ao Rito Escocês.

Onde pode ser visto a Cabala no REAA?

Sua presença mais evidente está no Templo do Rito Escocês: o Templo e suas mesas e altar seguem a famosa Árvore da Vida.
Nos templos originais do REAA, o trono do 2º Vigilante fica no lado ocidental da Coluna do Sul, paralelo ao trono do 1º Vigilante, assim como ainda é mantido nos Graus Superiores do REAA. A mudança do 2º Vigilante para o centro da Coluna do Sul, como podemos observar nas Lojas Simbólicas atuais, somente ocorreu pela influência dos templos ingleses e do Rito de York.

Observando o formato original do Templo do REAA, o mesmo formato em que a Loja de Perfeição é organizada, vê-se claramente a formação da Árvore da Vida:

O Átrio, onde os candidatos aguardam para serem iniciados, é onde se inicia a senda maçônica. É o ponto intermediário, que separa o profano do sagrado. Em seguida há a Porta do Templo, no Ocidente, que dá acesso á Luz, a partir de onde se inicia o trabalho. Os tronos dos dois Vigilantes seguem paralelos, em suas extremidades, representando o VM no governo de suas Colunas. Tem-se o Altar dos Juramentos no Centro. Observe que o Altar é o único ponto da Árvore em que todos os outros pontos têm caminho direto, menos o Átrio de onde só há acesso ao Altar após atravessar a Porta. Isso mostra que todos estão ligados por meio do GADU, representado pelo Livro da Lei no Altar. Seguindo, vê-se as mesas do Chanceler e o Tesoureiro, paralelas. A partir daí, inicia-se o Oriente, onde se vê as mesas do Secretário e do Orador nas laterais e, por fim, a cabeça da Árvore da Vida, ponto mais alto da Sabedoria da Cabala, o trono do Venerável Mestre.

Essa herança da Cabala se faz presente nos Templos do Rito Escocês e demais Ritos de origem francesa. Já nos templos ingleses (Rituais ingleses modernos, pós 1813) e nos templos americanos (Rito de York, a partir de 1797), não se vê tal característica, visto os templos serem mais próximos do chamado “Antigo Ofício”, ou seja, dos costumes da Maçonaria Operativa, exatamente por não terem sofrido essa influência “ocultista” ou “esotérica” que a maçonaria da Europa Latina (França, Portugal, Espanha e Itália) sofreu.

A Maçonaria Simbólica brasileira, por desconhecimento, promoveu com o passar dos tempos diversas adaptações em seus templos do REAA, desfigurando a Árvore da Vida pela influência de outros Ritos e Rituais. Porém, a mesma encontra-se preservada através dos Graus Superiores, ainda inviolados.


Por que não há registros explícitos disso?

Porque os criadores e líderes dos Ritos na época buscavam a atração e aceitação de seus adeptos através de afirmações de que o Rito surgiu de uma expedição de Napoleão ao Egito, ou dos escritos de um antigo Imperador, ou de um pergaminho protegido por um cavaleiro templário que sobreviveu à Inquisição. Era mais interessante do que confessar que se tratava de um trabalho um pouco mais recente, fruto de uma miscelânea de história, parábola, símbolos, com uma pitada de Cabala e outros misticismos.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Visita à ARLS Cinquentenário-GLESP - Palestra

Visita dos IIr. Renato Tisgo (R.R.S) e Arthur Xeldman (A.C.S), na ARLS Cinquentenário -GLESP em Sessão de Palestra -- Opus Deus na visão de um maçom.
Parabéns!