quinta-feira, 22 de novembro de 2012

4 cavaleiros do Apocalipse - Soneto




          
“ E olhei; e eis um cavalo branco; e o que estava montado sobre ele tinha um arco(...); E saiu outro cavalo vermelho; e ao que estava mon-tado sobre ele foi dado o poder de tirar a paz da terra(...); um cavalo negro; e o que estava montado sobre ele tinha na mão uma balança(...) um cavalo amarelo; e o que estava montado sobre tinha por nome Morte(...)”


No horizonte surge um cavaleiro branco,
Nas mãos o arco, e na cabeça uma coroa,
Sua fala é mansa e o seu sorriso é franco,
Mas é maligna a doutrina que ele apregoa.

E do segundo cavaleiro vermelha é a cor,
Porque que é ela que simboliza a guerra;
E toda vez que nos esquecemos do Amor,
O sangue do homem torna rubra a terra.

E desse terceiro cavaleiro, o negro é a cor,
Aquela balança que ele trás em suas mãos,
É o julgamento que se faz com falso valor.

Do quarto cavaleiro, Morte é o seu nome;
Pois ele é o carrasco desta nossa ambição,
O termo final desta vaidade que consome.


Ir.'. Denilson Forato

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